domingo, 27 de janeiro de 2013

LISBOA DESAPARECIDA de Marina Tavares Dias










 

LISBOA DESAPARECIDA de Marina Tavares Dias

 
Volumes I a IX (1987-2009)
 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

LISBOA DESAPARECIDA de MARINA TAVARES DIAS

Alguns dos temas dos 10 volumes de
 
 
 

LISBOA DESAPARECIDA

 
de

 

MARINA TAVARES DIAS

 
 
 
 
 
(num clip com imagens alusivas aos mesmos)

domingo, 20 de janeiro de 2013

TITANIC por Marina Tavares Dias

 
 
 
 
A olisipógrafa fala do seu novo projecto: a primeira história portuguesa do TITANIC, como edição para o centenário do famoso navio. Marina Tavares Dias em Ler Mais, Ler Melhor (RTP)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

D. CARLOS uma biografia por Marina Tavares Dias

 
D. CARLOS, o Rei de 1900

« Numa das suas cartas a João Franco, publicadas em 1924* com enorme sucesso editorial, D. Carlos escreveu: 'Não me admira que nestes momentos turvos alguns apareçam e alguma coisa tentem; mas para isso é que nós cá estamos e por certo nem a ti nem a mim será o medo que nos fará mudar de caminho'. [carta de 8 de Agosto de 1907] O Rei sabe, portanto, dos perigos que o espreitam. Desvaloriza-os, mas sabe. E não muda em nada o seu quotidiano por medo do que possa vir a acontecer. Os deveres de Estado ainda o chamam a Lisboa uma vez, a 11 de Janeiro, mas rapidamente regressa a Vila Viçosa, onde permanece mesmo após a chegada das piores notícias. »

Pequeno excerto do último capítulo
de D. Carlos,
de Marina Tavares Dias,
edição de 2007.

sábado, 12 de janeiro de 2013

OS CAFÉS DE LISBOA de MARINA TAVARES DIAS

O Café CHAVE d'OURO

 
 

[.../...] O Chave d’Ouro Foi – pelo menos a partir da remodelação em 1936 – o maior café de Lisboa. Fundado em 1916, aproveitou o nome de uma antiga casa de ferragens existente na mesma morada: A Chave d’Ouro. A fachada inicial, representando um anjo, transformou-se rapidamente numa das imagens mais famosas do Rossio. Pelos meados da década de 20, o Chave d’Ouro era o café preferido dos comerciantes da Baixa, possuindo muitos deles mesa cativa, onde recebiam amigos e fornecedores, como se de um segundo escritório se tratasse. O Chave d’Ouro inaugurou por essa altura as suas “tardes musicais”, aproveitando a clientela mista da hora do lanche para divulgar um famoso chá com torradas com sabor a “charleston”. Sessões que se prolongaram através da década seguinte, já após as obras de transformação do edifício. Em1936, após sucessivas ampliações, o Chave d’Ouro foi completamente remodelado, passando a ocupar todo o edifício, com enormes áreas especialmente destinadas a restaurantes, barbearia, bilhares, tabacaria e salão de recepções.

[...]

Capítulo sobre os cafés do Rossio,
em

OS CAFÉS DE LISBOA de MARINA TAVARES DIAS

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

LISBOA DESAPARECIDA - volume II

GRANDES ARMAZÉNS DO CHIADO
em
LISBOA DESAPARECIDA,
de
Marina Tavares Dias,
volume II.
O Palácio Barcelinhos, onde estavam instalados os Grandes Armazéns do Chiado. Este local correspondia à antiga igreja do Convento do Espírito Santo da Pedreira. O interior do edifício ficou reduzido a cinzas durante o incêndio do dia 25 de Agosto de 1988.

domingo, 6 de janeiro de 2013

O Mistério das Palavras (LISBOA MISTERIOSA)

 

«Tito Lívio deve ter referido uma pronúncia [...] a que os mais ortodoxos chamariam «patavinismo». [...] Mas assumir etimologia a partir de «Pádua» não será pacífico, visto que a derivação pode ser muito posterior, aludindo ao discurso em latim dos padres, seguidores de Santo António de Lisboa (e de Pádua), geralmente mal entendidos pelo lisboeta da rua.
[...]
Para que se não esgote o tema, pode ainda considerar-se, como Rafael Bluteau [...] que «pá» seria o mais básico, e «não perceber patavina» corresponderia a ignorar o mais elementar.»

Marina Tavares Dias. Capítulo O Mistério das Palavras, em LISBOA MISTERIOSA (2004-2011). NAS LIVRARIAS.

PHOTOGRAPHIAS DE LISBOA

Casa de José Luciano de Castro, na Rua dos Navegantes, número 48. Construída em 1890. Demolida em 1956. Apesar de José Luciano ter sido conselheiro do Rei D. Carlos, foi Aquilino Ribeiro a voz que mais se insurgiu, nos anos 50, contra a demolição deste palacete histórico. Em vão. (postal ilustrado, edição Faustino Martins, c. 1904) -- em Photographias de Lisboa, de Marina Tavares Dias, ed. 1989.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ARCADAS DO TERREIRO DO PAÇO

ARCADAS DO TERREIRO DO PAÇO


em

LISBOA NOS PASSOS DE FERNANDO PESSOA
de
MARINA TAVARES DIAS
edição Objectiva, 2011.



 

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -, / Transeunte inútil

de ti e de mim, / Estrangeiro aqui como em toda a parte, / Casual

na vida como na alma, /Fantasma a errar em salas de

recordações, / Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem / No

castelo maldito de ter que viver...

 
Álvaro de Campos. "Lisbon Revisited", 1926.