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domingo, 16 de março de 2014



A história 
do
GRANDELLA
por
MARINA TAVARES DIAS
em
LISBOA DESAPARECIDA
(pequeno fragmento)

«[.../...] "Entrando pela Rua do Carmo encontra-se a mais importante e mais rica secção do estabelecimento. É a secção de sedas. O seu sortimento proveniente das principais fábricas estrangeiras, eleva-se a algumas centenas de contos de réis. Aqueles castelos de peças, cheias de vida, de finura, de graça, matizadas, vaporosas, estonteantes, dão a esta . secção um tom de grandeza que deslumbra". [...]

Correspondia o sexto pavimento do Grandella ao primeiro andar sobre a Rua do Carmo. Aí se instalou um alfaiate, um decorador e a zona para artigos de viagem. Pelo andar seguinte distribuíram-se os escritórios, paredes meias com secções de atendimento, infor­mações, promoção, distribuição e encomendas para a província. 

Salas de jantar, de fumo e de leitura dos donos da casa foram decoradas em três estilos: árabe, Luís XV e Luís XVI, tudo no quarto andar do lado do Chiado. [...], e lustres e azulejos assinados por Bordallo Pinheiro. O décimo pavimento, parte da casa particular dos Grandellas, era em grande parte ocupado pelo maquinismo do grande relógio sobre a Rua do Carmo.»
(continua no livro)

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LISBOA DESAPARECIDA

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vai um chá GRANDELLA?



capa de partitura musical, c. 1906.




MARINA TAVARES DIAS 
em
LISBOA DESAPARECIDA II:
«A História fabulosa de Francisco de Almeida Grandella»

[.../...] A loja com entrada para a Rua do Carmo, andar nobre da casa, ficou dedicada às sedas, às fitas e às rendas -todos os atavios da "toilette" feminina em tempos anteriores ao pronto-a-vestir. Sobre esta área, a zona mais frequentada pelas damas de sociedade, vale a pena registar os louvores publicitários das agendas Grandella: "Entrando pela Rua do Carmo encontra-se a mais importante e mais rica secção do estabelecimento. É a secção de sedas. O seu sortimento proveniente das principais fábricas estrangeiras, eleva-se a algumas centenas de contos de réis. Aqueles castelos de peças, cheias de vida, de finura, de graça, matizadas, vaporosas, estonteantes, dão a esta . secção um tom de grandeza que deslumbra". [.../...]

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
de 
MARINA TAVARES DIAS

Francisco Ribeiro, conhecido pelo nome artístico Ribeirinho, fundou a companhia Os Comediantes de Lisboa em 1944, conseguindo levar a cena muitas obras que a censura trazia de olho. Mas as gerações futuras lembrá-lo-ão sobretudo como realizador (O Pátio das Cantigas, 1942) e actor de cinema (O Feitiço do Império,1940; O Pai Tirano, 1941; O Pátio das Cantigas, 1942; A Vizinha do Lado, 1945, etc.) 

     


          (Ribeirinho como o «Chico da Tatão» em O Pai Tirano
1941;
fotografia cedida pelo cineasta António Lopes Ribeiro para o livro)