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domingo, 15 de março de 2015

A QUINTA DA RABICHA



MARINA TAVARES DIAS
em
LISBOA DESAPARECIDAcapítulo sobre Campolide:


«A Quinta da Rabicha foi refúgio de ânimos e cenário de patuscadas de boa memória. Júlio Cezar Machado narra um desses festins na segunda parte dos "Apontamentos de um Folhetinista". Numa arejada manhã de 1860, assim raiava o sol, seguiu para a Rabicha o grupo de peso: Ramalho Ortigão, Antero de Quental, Jaime Batalha Reis, Alberto de Queiroz, João Burnay, Oliveira Martins e o próprio Machadinho. Iam "compor uma caldeirada em seis cantos"; um por cada talher (apenas João Burnay tinha mandado vir - de padiola - um rosbife).»





(continua no livro)
Iconografia: 
Ribeira de Alcântara
 no vale de Campolide,
fotografia de Paulo Guedes, c. 1904.

domingo, 24 de abril de 2011

Benfica. Igreja e Ribeira de Alcântara

ESTRADA DE BENFICA
na Lisboa Desaparecida

A Ribeira de Alcântara entrava em Lisboa, como já vimos, a sul das Portas de Benfica. Seguia quase paralela à estrada, atravessando as terras que a ladeavam. Mais adiante, em frente da igreja paroquial, passava pelas propriedades da Casquilha e da Feiteira. Na zona de S. Domingos, seguia pela cerca do convento, pela Quinta de Devisme, pelas terras do Lameiro e do Monteiro dos Milhões, correndo depois no leito da actual Rua António Saúde. O Diccionario Etnographico de 1870 chama à ribeira "Rio de Benfica", sugerindo, talvez, uma designação que lhe era atribuída naquela zona.



Lisboa Desaparecida,
de Marina Tavares Dias,
volume III,
capítulo Os Arredores.
Gravura de 1861.

sábado, 9 de abril de 2011

ESTRADA DE BENFICA em meados do século XIX


Estrada de Benfica, Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Benfica (inaugurada a 12 de Dezembro de 1809) e lavadeira saloia na Ribeira de Alcântara. Gravura oitocentista.


«Lisboa Desaparecida», volume III, «Os Arredores».