Mostrar mensagens com a etiqueta Urbanismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Urbanismo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 16 de abril de 2013

CHIADO:

AS PORTAS DE SANTA CATARINA







« O alinhamento dos edifícios na quinhentista Rua Direita das Portas de Santa Catarina diferia alguma coisa do Chiado que hoje conhecemos. O traçado da rua mantém-se semelhante àquilo que foi antes do terramoto, mas o novo alinhamento eliminou muitas das pequenas travessas que se abriam em direcção ao monte do Carmo. Azinhagas e becos foram, depois, substituídos por novos prédios. Os documentos da reconstrução identificam alguns: Travessa da Casa dos Sá e Menezes, Azinhaga de Gil Vicente, Beco da Cruz, Travessa do Sacramento (a calçada do mesmo nome mantém o local).

E difícil imaginar o cenário de movimentada artéria. Mas parece hoje provado que o topónimo Chiado nasceu nesta época e numa taberna da zona. Assim, a história da Rua Garrett que hoje conhecemos começa na primeira esquina da mesma rua, no quarteirão onde estão os despojos da Antiga Casa José Alexandre »

( pequeno fragmento

de um dos textos

do segundo volume

da LISBOA DESAPARECIDA

de MARINA TAVARES DIAS )

 

Incêndio do Chiado

1988

domingo, 6 de janeiro de 2013

PHOTOGRAPHIAS DE LISBOA

Casa de José Luciano de Castro, na Rua dos Navegantes, número 48. Construída em 1890. Demolida em 1956. Apesar de José Luciano ter sido conselheiro do Rei D. Carlos, foi Aquilino Ribeiro a voz que mais se insurgiu, nos anos 50, contra a demolição deste palacete histórico. Em vão. (postal ilustrado, edição Faustino Martins, c. 1904) -- em Photographias de Lisboa, de Marina Tavares Dias, ed. 1989.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Cinco décadas de chávenas de A Brasileira (1945-1995)




OS CAFÉS DE LISBOA,
de Marina Tavares Dias (1999)

capítulo «A Brasileira».


Cinco décadas de chávenas da Brasileira (1945-1995). Quatro dos exemplares escolhidos para o livro.


sábado, 9 de abril de 2011

CAMPO DE OURIQUE


Campo de Ourique. Gaveto da Rua Azedo Gneco com a Rua Coelho da Rocha em 1944. As tiras de papel nas janelas eram usadas, nesta época, como protecção contra estilhaços, caso Portugal viesse a entrar na guerra e fosse alvo de ataques aéreos.


«Lisboa Desaparecida», volume VII, capítulo «Campo de Ourique».