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domingo, 16 de março de 2014



A história 
do
GRANDELLA
por
MARINA TAVARES DIAS
em
LISBOA DESAPARECIDA
(pequeno fragmento)

«[.../...] "Entrando pela Rua do Carmo encontra-se a mais importante e mais rica secção do estabelecimento. É a secção de sedas. O seu sortimento proveniente das principais fábricas estrangeiras, eleva-se a algumas centenas de contos de réis. Aqueles castelos de peças, cheias de vida, de finura, de graça, matizadas, vaporosas, estonteantes, dão a esta . secção um tom de grandeza que deslumbra". [...]

Correspondia o sexto pavimento do Grandella ao primeiro andar sobre a Rua do Carmo. Aí se instalou um alfaiate, um decorador e a zona para artigos de viagem. Pelo andar seguinte distribuíram-se os escritórios, paredes meias com secções de atendimento, infor­mações, promoção, distribuição e encomendas para a província. 

Salas de jantar, de fumo e de leitura dos donos da casa foram decoradas em três estilos: árabe, Luís XV e Luís XVI, tudo no quarto andar do lado do Chiado. [...], e lustres e azulejos assinados por Bordallo Pinheiro. O décimo pavimento, parte da casa particular dos Grandellas, era em grande parte ocupado pelo maquinismo do grande relógio sobre a Rua do Carmo.»
(continua no livro)

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sábado, 28 de dezembro de 2013

AS CHAMINÉS DO ELEVADOR DE SANTA JUSTA



O ASCENSOR DO CARMO AINDA COM CHAMINÉS.
HdEdC - MARINA TAVARES DIAS

[38* O Ascensor do Carmo (ou de Santa Justa), inaugurado a 10 de Junho de 1902, pertencia à empresa homónima, que se transformou em sociedade anónima em Fevereiro de 1903. Em contrato de 20 de Novembro de 1905 foi arrendado à Lisbon Electric Tramways Limited, que o electrificaria em 1907. Dissolvida a Empresa do Elevador do Carmo em 1938, passou o ascensor para a posse da Lisbon Electric, que cedeu a sua exploração à Carris em Agosto de 1943. Foi trespassado definitivamente a esta última em 1973.]

(nota de rodapé de página do livro 
HISTÓRIA DO ELÉCTRICO DA CARRIS
edição oficial, 
de 
MARINA TAVARES DIAS)