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domingo, 19 de janeiro de 2014

O «outro livro» da olisipógrafa Marina Tavares Dias | Marina's «different book»

Um pouco do que se escreveu 
sobre o único livro português 
sobre o Titanic



Obra que desafiou 
uma historiadora 
de outras áreas e coordenadas: 
MARINA TAVARES DIAS.


      Margaret (Molly) Brown




Site da Objectiva Editores:

«No ano em que se assinala o centenário do naufrágio do Titanic, surge a primeira obra de um autor português sobre uma das grandes tragédias do século XX.
Um livro profusamente ilustrado, repleto de pormenores sobre o maior navio construído na altura: a existência de um navio “gémeo”, o Olympic, as grandes companhias construtoras e os seus proprietários, a sociedade da época, a vida no interior do navio, os “protagonistas”, os efeitos do naufrágio… detalhes inéditos daquele que foi considerado um dos maiores desastres do século XX.
Os que, em 1912, profetizaram que o Titanic era insubmersível não imaginaram como e até que ponto ele o seria – metaforicamente.

O navio mais célebre do mundo iniciou, na noite do naufrágio, uma longa viagem através do imaginário dos povos. Neste interminável percurso, assume tudo aquilo com que cada um de nós o aparelha dos seus próprios medos, das suas próprias causas e da sua própria alma.
Demanda simbólica, também, de um século em que a humanidade tentou, sem sucesso à vista, reencontrar-se consigo mesma e com o significado da sua obra face à eternidade



Sobre a Autora (ainda pela Objectiva):

MARINA TAVARES DIAS
É jornalista, fotógrafa, escritora e olisipógrafa. Nasceu em 1962 e, desde muito jovem, assinou nos jornais Diário Popular, Expresso e Diário de Lisboa textos e reportagens sobre a cidade, que cedo revelam uma conjugação da investigação apurada com a escrita cativante de quem fala para o grande público.

Em 1987 publica o seu primeiro livro Lisboa Desaparecida (volume I) que lhe vale o Prémio Júlio de Castilho. Ao longo dos 19 anos seguintes, continuando o itinerário lisboeta proposto pelo título, são editados mais oito volumes desta obra pioneira da olisipografia. Outras obras da autora sobre temáticas lisbonenses incluem: A Lisboa de Eça de Queiroz (2001), História do Eléctrico da Carris (2001), História do Futebol em Lisboa (2000), Os Cafés de Lisboa (1999), Lisboa nos anos 40 – Longe da Guerra (1998), Os melhores Postais Antigos de Lisboa (1995), A Lisboa de Fernando Pessoa (1991), Photographias de Lisboa 1900 (1989), Lisboa Misteriosa (2003). 

Além destes títulos, a autora especializa-se ainda na divulgação do Primeiro Modernismo, tendo editado obras sobre Mário de Sá-Carneiro e sobre Fernando Pessoa, além de ser responsável pela apresentação em Paris, na sede da UNESCO, da exposição comemorativa do centenário do nascimento de Mário de Sá-Carneiro (1990).

Marina Tavares Dias nasceu e vive em Lisboa.




ENGLISH

Review by «Carlotta» on Goodreads.com:




«This is the first book written by a Portuguese author on the Titanic subject. The author has chosen to view the story from the historical and sociological point of view. That is why we learn more about the «gilded age» or the steamship companies's story than exactly if the candeleers were round or square. For that you have the pictures, many of them well know, some orignal, some never published before. There is also the referencfe to all the Portuguese passengers and to all the Portuguese newspapers and magazines. I particularly like the pages with the large photos of the interiors because I never even knew they existed with such high definition. A first book for all readers and a must-have for Titanic buffs»



(by publishing this personal review we do not intend to violate any personal copyrights of the present text. The author was informed through the site's mail system and authorized it)



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Correr até ao fim

Placa toponímica da Rua Francisco Lázaro, representando em painel de azulejos - mais ou menos fantasista - o maratonista português que morreu em Estocolmo durante os Jogos Olímpicos de 1912. A lenda do desportista foi acalentada pela tragédia. Do diminuto grupo português na nossa primeira presença nas Olimpíadas, a grande estrela era o recordista dos 100 metros: António Stromp. Foi ele quem primeiro pisou um estádio olímpico, em competição com a camisola das quinas. A Rua António Stromp é no Lumiar. Mas painel assim (cópia do original da década de 1920), só existe este, na transversal da Rua dos Anjos.

Foto: ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS, 2013.

Caro Leitor: visite a Freguesia dos Anjos e redescubra este e muitos outros tesouros lisboetas.