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segunda-feira, 24 de março de 2014

A EXPOSIÇÃO DO MUNDO PORTUGUÊS

CINCO MESES, 3 MILHÕES DE VISITANTES




[...] Na sua área de 560 mil metros quadrados, a Exposição  do Mundo Português receberá 3 milhões de visitantes, de 23 de Junho a 2 de Dezembro de 1940. Entre eles estarão alguns estrangeiros privilegiados – como o escritor Antoine de Saint-Exupéry – que podem viajar pela Europa em guerra. Assim como quase todos os intelectuais portugueses que se opõem ao regime. Jaime Cortesão é visto às compras nos stands de artesanato, seguido de perto por um agente da PIDE.
[...][...]
A memória da grande festa, principal legado da Exposição do Mundo Português aos lisboetas, vai-se extinguindo com as gerações que passam. O quotidiano voltou ao normal logo em 1940, à medida que se esvaziavam os primeiros pavilhões. Outros, apeados muito mais tarde, por ali ficariam, à mercê da chuva e do sol. [...] (continua)

MARINA TAVARES DIAS
Excerto de texto jornalístico

sexta-feira, 7 de março de 2014

LISBOA NOS ANOS 40 | Longe da Guerra, de MARINA TAVARES DIAS. Take II

Longe da Guerra 


1943. Legionários guardam abrigos nas arcadas do Terreiro do Paço. 
A calmaria da paz reveste-se, ficticiamente, do aspecto da guerra. 
Os exercícios de defesa, cujo objectivo seria preparar Lisboa para o conflito mundial, 
serviam de distracção aos transeuntes da Baixa.
(fotografia do livro LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
de MARINA TAVARES DIAS, 1998)

quinta-feira, 6 de março de 2014

LISBOA NOS ANOS 40 | Longe da Guerra, de MARINA TAVARES DIAS

A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil do jornal O Século




Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português” juntava às modernas atracções, como os carrinhos de choque, e aos divertimentos mais sofisticados, como as representações de indústrias estrangeiras, todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum. [...]

in
MARINA TAVARES DIAS

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014



Senha de racionamento utilizada em Lisboa 
durante a Segunda Grande Guerra (1939-1945). 
Os géneros alimentícios racionados incluíam açúcar, arroz, feijão, sabão, carne, peixe e ovos. Ver mais em:
Lisboa nos Anos 40 - Longe da Guerra©  
de Marina Tavares Dias.