domingo, 6 de dezembro de 2009
Publicada por
ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS
à(s)
13:41
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
olisipógrafos
LANÇAMENTO DA NOVA 'LISBOA DESAPARECIDA'

NO DIA 9 DE DEZEMBRO DE 2009, PELAS 19 HORAS,
NA LIVRARIA BOOKHOUSE DO EDIFÍCIO MUNUMENTAL (Saldanha)
decorre a sessão de autógrafos que marca
o início da actividade da
Lisboa Desaparecida Editores.
E o primeiro livro chama-se:
As Melhores Fotografias
da Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias
Publicada por
ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS
à(s)
13:32
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bookhouse,
Carris de Ferro de Lisboa,
edições,
Lisboa Desaparecida,
Lisbon,
Livros,
Marina Tavares Dias,
Monumental,
New book,
new editing house,
olisipógrafos,
Quimera Editores,
Saldanha
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
MELHORES FOTOS DA 'LISBOA DESAPARECIDA' À VENDA NO INÍCIO DE DEZEMBRO

«As Melhores fotografias da 'LISBOA DESAPARECIDA' de Marina Tavares Dias». O livro que marca o lançamento da Lisboa Desaparecida Editores. Nas livrarias na primeira semana de Dezembro.
Publicada por
ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS
à(s)
16:03
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
olisipógrafos
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Varinas

Em dias de festa, na Madragoa, comparavam-se arrecadas de ouro, trancelins e enormes corações de filigrana.
No último quartel do século XIX, as varinas estiveram em moda entre a nobreza.
A rainha D. Maria Pia foi fotografada no seu costume de ovarina para um baile de máscaras, gostando tanto da fotografia que quis, depois, retrato a óleo sobre o mesmo tema.
Lisboa Desaparecida: um fenómeno da olisipografia nascido nos jornais
Das chatas e labregas que desciam a ria de Aveiro até aos mais miseráveis bairros da Lisboa de Oitocentos, as varinas cumpriram todos os rituais da estampa etnográfica. Inspiraram poetas, pintores e alfacinhas em geral, atentos aos gritos quotidianos que anunciavam a chegada do peixe: "Viva da costa!"; "Pescada do alto!"; "Olha a bela pescada marmota!". Um dia, desapareceram. Caiou-se de novo a lúgubre Madragoa e fizeram-se restaurantes finos nas antigas tascas do vinho morangueiro, sentaram-se etnógrafos a narrar origens e extinção das «gregas do ocidente», conformaram-se os outros bairros com peixe congelado dos supermercados. Foi assim aos poucos, antes que se desse por isso. Mas foi o fim de uma era. Publicado no «Diário de Lisboa» em 1989.
Publicada por
ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS
à(s)
14:20
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
1989,
Best-sellers,
Diário de Lisboa,
Diário Popular,
Lisboa Desaparecida,
Lisboa nova,
Lisbon,
Livros,
Marina Tavares Dias,
Mouraria,
olisipógrafos,
peixe,
Quimera Editores,
varinas 1986
Subscrever:
Mensagens (Atom)
