Domingo, 26 de Maio de 2013

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA - ENFIM, E DE NOVO, EM MAIO E JUNHO


No Pavilhão A49 

da QUIMERA, 

na Feira do Livro de Lisboa



COMPLETE a colecção 


LISBOA DESAPARECIDA 

de

MARINA TAVARES DIAS

 aproveitando 

30% de desconto em promoção.





Aproveitemos a FEIRA DO LIVRO no magnífico cenário do Parque Eduardo VII. Finalmente, a APEL resolveu tomar juízo e devolver a Feira às suas datas preferenciais: final de Maio e início de Junho. Do sucesso da nossa feira lisboeta ao ar livre dependem as futuras edições da mesma. Veja-se, como exemplo contrário, aquilo que aconteceu no Porto. Todos à FEIRA!

Quinta-feira, 9 de Maio de 2013

DO ROMANTISMO À BELLE ÉPOQUE




ou


 

do PASSEIO PÚBLICO à AVENIDA DA LIBERDADE




Logo a seguir ao terramoto de 1755, o Marquês de Pombal pensa dotar a cidade de um grande jardim público, onde os lisboetas possam conviver entre si. Novo "passeio" será construído a norte do Rossio, em terrenos conquistados a campos praticamente arrabaldinos. Em breve será o mais apreciado lugar de Lisboa, atingindo o grande objectivo do próprio Pombal: amalgamar classes sociais, fazendo despontar nova elite entre a burguesia emergente.

No início do século XIX, o Passeio é restaurado e favorecido com novo gradeamento e novos portões. O Romantismo é a sua grande época. Entra na moda das elites, conhecendo mesmo todos os membros da família real, que por aqui se passeiam, entre burgueses e pobres de pedir, sem medo das multidões.

Entre 1879 e 1886, a Câmara de Lisboa projecta e leva a cabo a demolição do Passeio, para construção Avenida da Liberdade. Ficou sendo a primeira avenida lisboeta, ao estilo de boulevard francês, ladeada de construções que marcaram época. E das quais igualmente pouco resta.
A principal avenida de Lisboa é hoje, apesar da presença das lojas de grandes multinacionais da moda, uma auto-estrada.

Nos muitos volumes
da
 LISBOA DESAPARECIDA
de 
MARINA TAVARES DIAS
um capítulo sobre o Passeio,
e vários sobe a Avenida.

Sexta-feira, 3 de Maio de 2013

PROCISSÃO DA SENHORA DA SAÚDE, no Domingo, na AVENIDA ALMIRANTE REIS


É DIA DE PROCISSÃO

DA SENHORA DA SAÚDE

«encham-me essa Avenida!»



No próximo Domingo de regresso à Avenida. Saudades para D. Genciana... 

[In: FB, Página da LISBOA DESAPARECIDA de MARINA TAVARES DIAS] Fotografias: Arquivo MTD




Terça-feira, 16 de Abril de 2013

CHIADO:

AS PORTAS DE SANTA CATARINA







« O alinhamento dos edifícios na quinhentista Rua Direita das Portas de Santa Catarina diferia alguma coisa do Chiado que hoje conhecemos. O traçado da rua mantém-se semelhante àquilo que foi antes do terramoto, mas o novo alinhamento eliminou muitas das pequenas travessas que se abriam em direcção ao monte do Carmo. Azinhagas e becos foram, depois, substituídos por novos prédios. Os documentos da reconstrução identificam alguns: Travessa da Casa dos Sá e Menezes, Azinhaga de Gil Vicente, Beco da Cruz, Travessa do Sacramento (a calçada do mesmo nome mantém o local).

E difícil imaginar o cenário de movimentada artéria. Mas parece hoje provado que o topónimo Chiado nasceu nesta época e numa taberna da zona. Assim, a história da Rua Garrett que hoje conhecemos começa na primeira esquina da mesma rua, no quarteirão onde estão os despojos da Antiga Casa José Alexandre »

( pequeno fragmento

de um dos textos

do segundo volume

da LISBOA DESAPARECIDA

de MARINA TAVARES DIAS )

 

Incêndio do Chiado

1988

Quarta-feira, 27 de Março de 2013

AS VARINAS DE LISBOA





 

 

 

 

 
«A indumentária pode variar, de ilustrador para ilustrador, ou em diferentes edições de postal ilustrado. Mas a varina lisboeta enverga invariavelmente um corpete de flanela, uma cinta de lã a altear a saia axadrezada, um avental, um lenço de ramagens cruzado sobre as espáduas e um chapéu redondo de feltro, achatado, com as abas reviradas. A rodilha ou "sogra", sobre a qual assenta a canastra forrada de oleado, e a "patrona", bolsinha lateral para o dinheiro, completam o quadro. Temos, então, a varina, tal como a vemos nas estampas. » 
 
 
 
- MARINA TAVARES DIAS
 em LISBOA DESAPARECIDA,
volume III, capítulo «Vendedores e Pregões».
 
Postais ilustrados do início do século XX. Arquivo MTD.

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