quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Homenagem ao nosso GRANDELLA

 O Grandella no tempo da sua ampliação (1906), fazendo as galerias parecerem-se com as dos tradicionais Grandes Armazéns de Paris.

Gravura única, pertencente ao Arquivo Marina Tavares Dias, e agora disponível em vários objectos fantásticos na nossa pequena loja na Redbubble. Link directo:

https://www.redbubble.com/i/hat/Grandella-Lisbon-s-once-bigger-Department-Store-by-MTD-Archives/96746669.NJ288

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

 Os Azulejos Desaparecidos 

do jornal DIÁRIO DE LISBOA


Enquanto trabalhava naquele jornal, Marina Tavares Dias fotografou muitas vezes as escadarias hoje destruídas, cujos azulejos eram um dos ex-libris do Bairro Alto. Adquira agora um objecto cujo design, a partir dos originais perdidos, foi concebido para os eternizar.

Em todos os suportes, na loja Redbubble do Arquivo MTD

MTD Archives (copy/paste do link em baixo)

https://www.redbubble.com/people/MTD-Archives/shop








quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Homenagem aos Grandes Armazéns do Chiado de 1900





CHIADO

 Já está pronta a 'secção de atoalhados', na nossa loja da Redbubble. Siga o link para este site, e procure em MTD-Archives. Pode passar o Natal com este padrão , a partir da digitalização e retoque, em alta resolução, de uma peça do Arquivo MTD.

https://www.redbubble.com/people/mtd-archives/shop

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Um Pouco do Arquivo MTD para Levar Consigo

 

PEÇAS DO ARQUIVO M.T.D.

           NA REDBUBBLE


AJUDE A ORGANIZAR o ARQUIVO M.T.D. 

adquirindo um objecto útil e personalizado com algumas das nossas peças. Como este mapa de Lisboa em 1890, que poderá ser a sua t-shirt, a sua mala, ou qualquer tipo de caderno, máscara, bolsa ou cobertor. Link directo em baixo (copy/paste)


https://www.redbubble.com/people/MTD-Archives/shop





Bloco de notas com espiral e capa dura. 
Ou: escolha o mesmo tema noutro objecto.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

sábado, 21 de dezembro de 2019

PELO MEIO DA RUA

Marina Tavares Dias 
em 
Photographias de Lisboa:

[... ] a Avenida descia-se a pé sobre terra batida, para ir levar a roupa lavada às casas burguesas da Baixa. Os quarteirões entre a Rua das Pretas e a Rotunda são todos posteriores ao desaparecimento do Passeio Público. O palacete nº 226, em estilo neo-árabe, foi mandado construir no início do século XX pelo industrial de bolachas Conceição Silva (projecto de 1888 do arquitecto Henri Lusseau). Nesta foto de Bobone, publicada a 9 de Julho de 1906, a casa aparece em fase de obras. Dos edifícios circundantes, seus contemporâneos, pouca coisa resta.



domingo, 15 de dezembro de 2019

ALVALADE

«O plano de urbanização do Sítio de Alvalade, futuro bairro do mesmo nome, compreendia a área trapesoidal de cerca de 230 hectares limitada a norte pela Avenida do Brasil (denominada Alferes Malheiro na década de 40), a nascente pela futura Avenida do Aeroporto, a sul pelos terrenos confinantes com a Avenida Almirante Reis e a poente pelo Campo Grande e pela antiga Estrada de Entrecampos. O novo bairro, planeado no final da década de 30 e inaugurado na segunda metade da de 40, pretendia-se estampa ideal da nova cidade. O projecto é do primeiro urbanista português diplomado em Paris: Faria da Costa.»

MARINA TAVARES DIAS
em LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA

sábado, 14 de dezembro de 2019

O Americano da Carris






PHOTOGRAPHIAS DE LISBOA
de Marina Tavares Dias
O AMERICANO

O carro Americano. A 18 de Novembro de 1873, dizia o "Diário de Notícias" que ele era "um meio de viação seguro, cómodo e barato". Foi também o mais sério concorrente dos seus congéneres carros do Jacintho, do Salazar e do Eduardo Jorge. Antes de, em 1901, serem todos destronados pelo novo carro eléctrico. Ao fundo do Rossio, no gaveto com a Rua Augusta (números 284-286), instalar-se-ia em 1909 o Hotel Internacional [continua no livro].

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

FADO –  SONGS ABOUT FATE



Pois é: ficámos surpreendidos ao verificar que quase metade dos nossos leitores moram nos Estados Unidos ou usam servidores ali alojados, Como esse dia coincide com aquele em que um deles muito gentilmente pede um «gravura antiga ligada ao Fado» (todas as gravuras antigas estão ligadas ao fado de alguém, diria aqui Pessoa... talvez).

Bem, aqui está a dupla desenhada por Joubert em 1825 e publicada em gravura nesse mesmo ano. Agora,


excuse us...


FADO – THE SONGS ABOUT FATE

«The fado was born one day/ When hardly a breeze was whispering/ And the sea merged into the sky/ In the tacking of a sailing ship/ In the breast of a sailor-boy/ Who was singing in his melancholy» – so goes the poem written by José Régio and sung by Amália Rodrigues. The real origins of Lisbon’s traditional song are probably much more recent than the era of the Discoveries. There is no written record of the fado before the 19th century. Its melody, which is thought to be the successor of the «lundum» danced by black slaves in Brazil, follows a four-line stanza where each line has a 10-syllable count. But aboveall, it reflects a state of spirit, sad and nostalgic, that Lisbon has made its own. During the 19th century, the fado (the song about fate) was sung all over Lisbon, from Calçada de Carriche to the flat-bottomed boats of the River Tagus, through the taverns of Bairro Alto and the narrow streets of Mouraria. The poignant plucking of guitars was heard in Arco do Cego and in Madre de Deus, in Lumiar and in Laranjeiras, in the Quebra-Bilhas tavern and in the bullring at Campo de Santana. The fado was sung markets, in brothels and in palaces.»


LISBOA/LISBON/LISBONNE/LISSABON - A sua história para os turistas / for the tourist who loves History, book by MARINA TAVARES DIAS, 1992.


lithograph by Joubert, 1825

Text by #ArquivoMarinaTavaresDias 





quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Paraíso de Lisboa, na Rua da Palma

Photographias de Lisboa
de
Marina Tavares Dias

PARAÍSO
em plena Lisboa, numa recriação imaginativa dos afamados "bals" parisienses (também eles hoje demolidos). Chamava-se precisamente Paraizo de Lisboa, este recinto ornado de pequenas muralhas, com "promenade" ao ar livre, labirinto de espelhos e um palco arte-nova instalado sobre... um lago. A área - amplo espaço da Rua da Palma, entre o Real Colyseu e o Palácio Folgosa - acabou por ser urbanizada na década de 20. Todos estes terrenos pertenciam ainda, em 1900, ao património da Casa de Folgosa. 
[continua no livro]