Lista do Restaurante Cartaxeiro
no início do século xx.
LISBOA DESAPARECIDA
de MARINA TAVARES DIAS,
volume IX,
capítulo RESTAURANTES E PETISCOS
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
PETISCOS LISBOETAS
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
GRANDES ARMAZÉNS DE SANTA MARTA
Grandes Armazéns de Santa Marta
(Rua de Santa Marta), em 1915.O edifício foi demolido no final do século XX
Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias
volume VII,
capítulo Os Fotógrafos de Lisboa
(Octávio Sedas Nunes)
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sábado, 15 de dezembro de 2012
Cinema Lys
Cinema Lys
na Avenida Almirante Reis
(gaveto com a Rua dos Anjos), bairro dos Anjos.
Década de 1940
Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias
volume VIII - Os Cinemas de Bairro
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
LISBOA DESAPARECIDA - O INÍCIO
Lançamento do primeiro livro com textos
sobre a Lisboa Desaparecida de Marina Tavares Dias.
Café Nicola, Rossio, Dezembro de 1987
sobre a Lisboa Desaparecida de Marina Tavares Dias.
Café Nicola, Rossio, Dezembro de 1987
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Avenida Duque de Ávila
Avenida Duque de Ávila (c. 1910)
Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias,
volume II.
Capítulo As Avenidas Novas.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
HOTEL LYS
Hotel Lys
Avenida da Liberdade
Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias,
volume V,
capítulo «O Prémio Valmor»
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
TITANIC | sobre o oceano da história
Início do primeiro capítulo de
TITANIC - SOBRE O OCEANO DA HISTÓRIA
de MARINA TAVARES DIAS
Editora Objectiva, 2012*
Exemplo de paginação.
* Nas livrarias.
TITANIC - SOBRE O OCEANO DA HISTÓRIA
de MARINA TAVARES DIAS
Editora Objectiva, 2012*
Exemplo de paginação.
* Nas livrarias.
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LISBOA MISTERIOSA
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LISBOA MISTERIOSA
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
TITANIC por MARINA TAVARES DIAS
TITANIC | SOBRE O OCEANO DA HISTÓRIA
O novo livro de
MARINA TAVARES DIAS
Os que, em 1912, profetizaram que o Titanic era
insubmersível não imaginaram como e até que ponto ele o seria –
metaforicamente.
[…/…] O navio mais célebre do mundo iniciou, na noite do
naufrágio, uma longa viagem através do imaginário dos povos. Neste interminável
percurso, assume tudo aquilo com que cada um de nós o aparelha dos seus
próprios medos, das suas próprias causas e da sua própria alma. Demanda
simbólica, também, de um século em que a humanidade tentou, sem sucesso à
vista, reencontrar-se consigo mesma e com o significado da sua obra à face de
Deus. [do prefácio]
Editora Objectiva, 2012.
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domingo, 12 de agosto de 2012
Imagens do livro Photographias de Lisboa
1900 de Marina Tavares Dias. Edição de 1989.
Postais ilustrados da editora do fotógrafo Paulo Guedes (Rua do Ouro).
Postais ilustrados da editora do fotógrafo Paulo Guedes (Rua do Ouro).
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Imagens do livro Photographias de Lisboa 1900 de Marina Tavares Dias. Edição de 1989.
Factura da Tabacaria Costa. Espólio Bárcia (1905).
Factura da Tabacaria Costa. Espólio Bárcia (1905).
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Factura da Tabacaria Costa. Espólio Bárcia (1905). In «Photographias de Lisboa 1900»
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
Cinco décadas de chávenas de A Brasileira (1945-1995)
OS CAFÉS DE LISBOA,
de Marina Tavares Dias (1999)
capítulo «A Brasileira».
Cinco décadas de chávenas da Brasileira (1945-1995). Quatro dos exemplares escolhidos para o livro.
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quarta-feira, 14 de março de 2012
OS CARROS AMERICANOS, ANTECESSORES DOS ELÉCTRICOS
O AMERICANO DA CARRIS
«Ficou ontem aberta à circulação a primeira secção de linha de carruagens sobre carris de ferro, pelo sistema americano, em Lisboa, compreendida entre a estação de linha férrea do norte e leste e o extremo oeste do Aterro da Boa Vista. Ficou portanto definitivamente estabelecido na cidade mais um meio de viação, seguro, cómodo e barato que há-de ser o início de maior desenvolvimento e aperfeiçoamento dos veículos de transporte na capital […]. Quando se aproximava a hora de partirem do extremo dessa secção da linha as carruagens com os convidados da empresa dos Carris de Ferro de Lisboa, e as pessoas que em outras eram admitidas, o povo cheio de alegria e curiosidade formava alas em todo o trajecto da linha, para saudar amoravelmente o novo progresso que passava.
A cidade que assistiu à inauguração das carreiras de «americanos» não estava particularmente confiante nas virtudes dos transportes públicos. Os exemplos anteriores tinham habituado todos a vicissitudes então consideradas insuperáveis. Desde o horário desregrado dos ónibus, passando pelo asseio duvidoso dos charabãs, até às tarifas oportunistas dos trens de aluguer, havia uma longa genealogia de desconfianças e de queixas.
Mesmo assim, os jornais não pouparam elogios a um transporte considerado revolucionário, que tinha provado as suas virtudes em cidades estrangeiras (também o Porto já possuía «americanos» desde o dia 15 de Maio de 1872). Em breve, os lisboetas reconheceriam as diferenças do novo sistema de transporte, chegando a considerá-lo como o verdadeiro messias do trânsito alfacinha. Bairros houve em que tal progresso foi saudado com flores para enfeitar os carros e fardas de luxo oferecidas aos cocheiros. O «Diário de Notícias» de 18 de Novembro de 1873 noticia deste modo a inauguração das carreiras:
A estação principal da linha e largo em frente estavam embandeirados e ornamentados de arcos e grinaldas, de verdura e de emblemas nacionais! Uma linha de 32 carruagens […] estava postada sobre os ‘rails’ com os seus cocheiros e condutores singelamente uniformizados e postos sobre as plataformas, e os seus magníficos tiros de cavalos e muares perfeitamente arreados com as testeiras das cabeçadas ornadas de rosetas azuis e brancas [as cores da bandeira nacional do tempo da Monarquia]. Vinte e quatro dessas carruagens eram fechadas e oito abertas, destinadas aos fumistas.»
[Exemplar existente no Museu da Carris]
[Exemplar existente no Museu da Carris]
domingo, 22 de janeiro de 2012
Um Silo Automóvel de 3 andares no Largo do Corpo Santo?
Uma petição que todos os lisboetas devem assinar.
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19416
Aquilo que pretendem é destruir esta rua. Uma das raras que, em Lisboa, mantinha a sua originalidade. Observem.
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19416
Aquilo que pretendem é destruir esta rua. Uma das raras que, em Lisboa, mantinha a sua originalidade. Observem.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
LISBOA MISTERIOSA.
O que queremos realmente dizer quando contamos que caiu o Carmo e a Trindade?
Porque que é que já não existem as Obras de Santa Engrácia?
Qual é o animal mais célebre da Penha de França?
Será que Martim Moniz ficou mesmo entalado na porta do castelo?
Ulisses foi ou não o fundador de Lisboa?
Afinal, quem é o padroeiro da cidade?
Será que o Rossio já cabe na Rua da Betesga?
Porque é que Campo de Ourique ficava rés-vés?
Qual a Palma que deu nome à Rua e a Figueira que deu nome à Praça?
Estes são alguns dos mistérios aqui desvendados por Marina Tavares Dias (jornalista, fotógrafa, escritora e olisipógrafa).
Lisboa Misteriosa é um magnífico álbum, com fotografias raras que ilustram o texto pautado pelo mistério e pelas lendas. Histórias que ouvimos desde sempre e que passaram de boca em boca. Aqui se esclarecem as suas origens, enriquecendo a história da nossa Lisboa. Uma homenagem sem par à Cidade das Sete Colinas.
ISBN | 978-989-672-116-9 |
EAN | 9789896721169 |
TITULO | Lisboa Misteriosa |
AUTOR | Dias, Marina Tavares |
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