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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A Rainha dos Mercados




Azulejo alusivo ao concurso da Rainha dos Mercados, organizado pelo Diário de Lisboa em 1929. Foi uma das figuras avulso que em tempos adornaram a escadaria do jornal. O desenho é de Stuart Carvalhaes (Lisboa Desaparecida, de Marina Tavares Dias, volume II).





Ilda Fernandes, a vendedeira da Praça da Figueira que ganhou o prémio de «Rainha dos Mercados», oferecido pelo 'Diário de Lisboa' em 1929. A sua história e a história do concurso estão no segundo volume da Lisboa Desaparecida de Marina Tavares Dias.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

THE BEAUTIFUL AND LOST CENTRAL MARKET OF LISBON

THE PRAÇA DA FIGUEIRA MARKET

by historian MARINA TAVARES DIAS


« Praça da Figueira (Figtree Market) was one of Lisbon's tourist attractions in the 1900s, appearing on countless illustrated postcards of the time. It was Lisbon's central market place, set up in this locality following the 1755 earthquake. In 1849 it was decorated with wrought-iron railings and given eight large entrance doors. The stalls or «halles» were built in 1883. Each of the main façades was composed of three sections and at each corner there was a tower with a dome. Although it was demolished in 1949, Praça da Figueira still lives on in the city's imagination. When it was destroyed, the city irretrievably lost its main period piece built of iron and glass. In its place today, Figtree Square (“praça” being a common designation for both “market” and “square” in Portuguese) carries on bearing its name and its many memories. [.../...]»



                                             Lisbon's Central Market, demolished in 1949



The empty square nowadays (2014)



terça-feira, 17 de setembro de 2013

A SEGUNDA DESTRUIÇÃO DA PRAÇA DA FIGUEIRA NO ANO 2000

Ao longo de todo o ano 2000 o subsolo da Praça da Figueira, riquíssimo em património arqueológico, foi destruído para construção de um parque de estacionamento.
Desapareceram vestígios do Hospital Real de Todos os Santos (anterior a 1755), de edificações do período árabe e do período romano, assim como testemunhos de que, há milénios, o rio subia até esta zona.

No meio do entulho, a autora recolheu algum «lixo»: conchas fossilizadas, fragmentos de pratos romanos e bocados dos tijolos do Hospital. (fotografia de Marina Tavares Dias, 2002)



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Varininha


Varininha, por Stuart Carvalhaes. Com pregão anexo.

Em Lisboa Misteriosa,
de Marina Tavares Dias,
capítulo «As Varinas Eram Fenícias?»

terça-feira, 5 de abril de 2011

Praça da Figueira


Praça da Figueira. O antigo mercado, demolido em 1949. Postal ilustrado antigo, escolhido para ilustrar a capa do primeiro volume de «Lisboa Desaparecida», em 1987.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ai, Mouraria.



Ruas limítrofes da zona mais antiga da Rua da Palma e da parte desaparecida da Rua dos Fanqueiros (baixa Mouraria) no início da década de 1940. Edifícios demolidos para abrir o largo que receberia o nome de Martim Moniz.

(Lisboa Desaparecida, volume I, 1987)

terça-feira, 21 de abril de 2009

TEXTO PUBLICADO NO «JORNAL DE LETRAS»
EM 1997, MARCANDO
A PRIMEIRA DÉCADA
DA PUBLICAÇÃO DO PRIMEIRO LIVRO.


A "Lisboa Desaparecida" completa a sua primeira década. Pedem-me agora que sobre ela escreva, o que se me afigura tarefa espinhosa: nunca tal fiz, ao longo de todo este tempo.
[.../...]

Naquela época, julguei fácil convencer uma editora a investir nos textos do "Popular" (alguns, entretanto, publicados também no "Expresso"), porque contavam já com o que eu julgava ser um público fiel. Ninguém embandeirou em arco, houve hesitações e recusas até ao dia em que, sentada à minha secretária na Redacção, recebi uma chamada: "Somos uma editora nova e gostamos imenso das suas páginas de Sábado". Meses depois, eu e essa "editora nova" estávamos a lançar o primeiro volume da "Lisboa Desaparecida" no Café Nicola.

Passaram 10 anos. Muito pouco daquilo que era o meu estilo desse tempo (aos vinte e poucos anos) permanece. Muito pouco do que foram as motivações iniciais é hoje prioritário. Desapareceu o "Diário Popular" - o seu público fiel onde estará? -, a enorme Redacção em «open-space» (como agora é moda dizer-se) está vazia, o precioso arquivo talvez perdido. O Bairro Alto deixou de ser o bairro dos jornais e os diários vespertinos cumpriram o seu ciclo temporal. Agora, existe mesmo uma "Lisboa Desaparecida" onde eu vivi. [...]abordei-a ao de leve no volume IV, como parte da história da cidade. E, pela primeira vez, terei então dado razão aos que - sem a terem lido - diziam ser esta uma "Lisboa" saudosista. Agora, talvez até seja. Para fugir a isso, à medida que o tempo passa, a investigação vai assumindo uma postura que alguns dos leitores antigos me dizem ser "demasiado séria": «Pois não é que você escreveu um texto com notas de rodapé? - E ainda tem lata de dizer que este livro serve para divulgar a história da cidade e que é escrito para todos os lisboetas?»
Assim o quis, de facto. E nunca os lisboetas me desapontaram.

Marina Tavares Dias