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sábado, 17 de maio de 2014

STEPHANIE, STEPHANIA, ESTEFÂNIA





O capítulo preferido pela autora da LISBOA DESAPARECIDA. Marina Tavares Dias dedicou uma densa investigação, de mais de 15 anos, ao estudo de todos os documentos relacionados com esta Rainha, tão diferente de todas as outras Rainhas, em qualquer época ou parte do mundo.
Esperamos que publique a biografia, anunciada desde 2002. Ou nunca se fará luz sobre as mentiras históricas instituídas há mais de um século. Mentiras não só sobre a Rainha D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen.
FORÇA! Amanhã é sempre um bom dia para recomeçar!

MARINA TAVARES DIAS 
EM 
LISBOA DESAPARECIDA VII (2001):

«[...] Da primeira vez que entrara, a aia que a acompanhava sentira-se mal[ ...], desculpando-se que a crinolina do vestido não passava porta tão estreita. Estefânia dobrou a sua própria crinolina em duas, seguindo decidida até à escada [...] que conduzia ao quarto [...] da doente. Fazia sempre as camas e batia os colchões de palha, aparentemente sem medo de contrair [...] maleitas, numa época anterior à penicilina, em que a exposição a ambiente insalubre representava perigo hoje impensável [...]

Quando o pai das crianças sofreu um acidente grave que o incapacitou de trabalhar, [...] passou a visitá-los duas vezes por dia, levando sempre consigo almoço e jantar para 12 pessoas. » [CONTINUA NO LIVRO]

domingo, 1 de dezembro de 2013

D. PEDRO V e a homenagem do Campo Grande

[…/…] (o) Asilo D. Pedro V, situado no topo nordeste, com o actual número 380. Foi concluído e inaugurado em 1857, erguido por subscrição pública para celebrar a aclamação do jovem rei e desde logo destinado a socorrer e instruir a infância desvalida de Lisboa, iniciativa que contou com o caloroso apoio do monarca. As obras, iniciadas a 10 de Maio de 1856 segundo o traço de Aquiles Rambois e José Cinatti, duraram pouco mais de um ano, tendo a inauguração, feita pelo próprio D. Pedro V, decorrido no dia 18 de Outubro de 1857. Albergava inicialmente 20 crianças, número em breve multiplicado, pois três anos volvidos era já de 81 raparigas e 39 rapazes. […/…]

[…/…] A escritura de venda, datada de 27 de Dezembro de 1990, refere um valor de 1,728 milhões de contos. Seria posteriormente revendido e, em 1999, demolido na íntegra. (…) Ao centro do [novo] conjunto, nova construção que reproduz as características exteriores do velho imóvel (…).

MARINA TAVARES DIAS
em
LISBOA DESAPARECIDA

(capítulo O Campo Grande; texto completo no volume VIII)