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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
de 
MARINA TAVARES DIAS

Francisco Ribeiro, conhecido pelo nome artístico Ribeirinho, fundou a companhia Os Comediantes de Lisboa em 1944, conseguindo levar a cena muitas obras que a censura trazia de olho. Mas as gerações futuras lembrá-lo-ão sobretudo como realizador (O Pátio das Cantigas, 1942) e actor de cinema (O Feitiço do Império,1940; O Pai Tirano, 1941; O Pátio das Cantigas, 1942; A Vizinha do Lado, 1945, etc.) 

     


          (Ribeirinho como o «Chico da Tatão» em O Pai Tirano, 
1941;
fotografia cedida pelo cineasta António Lopes Ribeiro para o livro)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O DIA EM QUE O CHIADO ARDEU

Primeira página do texto da reportagem de MARINA TAVARES DIAS
sobre os 25 anos
do incêndio do CHIADO.
Revista VISÃO.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

EM CAMPANHA PELA RECONSTRUÇÃO DO CHIADO (1988)

Excertos de dois dos inúmeros textos publicados por Marina Tavares Dias em jornais e revistas, entre Agosto e Dezembro de 1988, defendendo a manutenção das lojas históricas que arderam no incêndio do dia 25 de Agosto de 1988. Textos e fotografias das publicações da época: ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS.



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lançamento de 'LISBOA MISTERIOSA' e 'LISBOA NOS PASSOS DE FERNANDO PESSOA'


'A Editora Objectiva e a Fnac Chiado têm o prazer de o(a) convidar para a apresentação de "Lisboa Misteriosa" e " Lisboa nos Passos de Fernando Pessoa" de Marina Tavares Dias. Dois livros que nos apresentam uma Lisboa diferente e que constituem uma homenagem sem par à Cidade das Sete Colinas. Conta com a apresentação de Catarina Portas.'
Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011, às 18:30, na FNAC Chiado.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

GRANDES ARMAZÉNS DO CHIADO

Escadaria principal do corpo central do Palácio Barcelinhos, onde estavam instalados os Grandes Armazéns do Chiado. Este local correspondia à antiga igreja do Convento do Espírito Santo da Pedreira. O interior do edifício ficou reduzido a cinzas durante o incêndio do dia 25 de Agosto de 1988.

Fotografia de Marina Tavares Dias, 1985.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Fernando Pessoa numa cadeirinha que não era dele

O estúdio de João Francisco Camacho foi dos mais importantes na Lisboa de finais de Oitocentos. Tinha entrada pelo número 116 da Rua Nova do Almada (edifício dos Grandes Armazéns do Chiado).
Natural da Madeira, Camacho viveu em Paris, conhecendo grandes profissionais e trabalhando como discípulo do «inventor» da carte de visite, Disderi.
Esta fotografia do futuro poeta Fernando Pessoa é posterior à reconstrução do atelier (após o incêndio do Palácio Barcelinhos, em 1880). Camacho viria a morrer em 1898, aos 65 anos. O estúdio passou então para a posse do filho, José Alves Camacho.
In Lisboa Desaparecida, volume 7.