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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O Paraíso de Lisboa, na Rua da Palma

Photographias de Lisboa
de
Marina Tavares Dias

PARAÍSO
em plena Lisboa, numa recriação imaginativa dos afamados "bals" parisienses (também eles hoje demolidos). Chamava-se precisamente Paraizo de Lisboa, este recinto ornado de pequenas muralhas, com "promenade" ao ar livre, labirinto de espelhos e um palco arte-nova instalado sobre... um lago. A área - amplo espaço da Rua da Palma, entre o Real Colyseu e o Palácio Folgosa - acabou por ser urbanizada na década de 20. Todos estes terrenos pertenciam ainda, em 1900, ao património da Casa de Folgosa.
[continua no livro]




segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

LISBOA DESAPARECIDA


de


MARINA TAVARES DIAS


- o livro para todos os Natais


Uma viagem no espaço e no tempo, visita guiada a uma outra cidade pelo saber rigoroso e apaixonado da olisipógrafa Marina Tavares Dias.

Lisboa Desaparecida constitui, desde 1987, o maior fenómeno contemporâneo da história da olisipografia. Com um total de mais de 100 mil exemplares vendidos, tem levado a história da cidade até públicos que, antes, nunca dela se abeiraram.

Na época do seu aparecimento, as edições dedicadas a Lisboa eram escassas e pouco rigorosas. Hoje, mercê deste sucesso, muitos títulos antigos foram reeditados e inúmeros novos estudos ocupam as estantes das livrarias.

A tudo isto não é alheio o método utilizado pela autora, que recupera o estilo de certas crónicas oitocentistas, apoiando-o na pesquisa a partir das fontes e numa recolha iconográfica apenas possível graças a anos de investigação.

Os novos horizontes abertos pela Lisboa Desaparecida têm permitido aos lisboetas um olhar mais atento sobre a sua cidade e sobre o património não-monumental cujo destino, muitas vezes, depende também de uma opinião pública bem informada.


Colecção completa à venda na loja A VIDA PORTUGUESA, no Largo do Intendente e na Rua da Anchieta.



Na imagem: o Arco de Santo André já desapareceu. Mas a sua história pode ser lida na íntegra no volume II da LISBOA DESAPARECIDA. 

Fotografia original de José Artur Leitão Bárcia. Prova do Arquivo Marina Tavares Dias.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

DO ROMANTISMO À BELLE ÉPOQUE




ou


 

do PASSEIO PÚBLICO à AVENIDA DA LIBERDADE




Logo a seguir ao terramoto de 1755, o Marquês de Pombal pensa dotar a cidade de um grande jardim público, onde os lisboetas possam conviver entre si. Novo "passeio" será construído a norte do Rossio, em terrenos conquistados a campos praticamente arrabaldinos. Em breve será o mais apreciado lugar de Lisboa, atingindo o grande objectivo do próprio Pombal: amalgamar classes sociais, fazendo despontar nova elite entre a burguesia emergente.

No início do século XIX, o Passeio é restaurado e favorecido com novo gradeamento e novos portões. O Romantismo é a sua grande época. Entra na moda das elites, conhecendo mesmo todos os membros da família real, que por aqui se passeiam, entre burgueses e pobres de pedir, sem medo das multidões.

Entre 1879 e 1886, a Câmara de Lisboa projecta e leva a cabo a demolição do Passeio, para construção Avenida da Liberdade. Ficou sendo a primeira avenida lisboeta, ao estilo de boulevard francês, ladeada de construções que marcaram época. E das quais igualmente pouco resta.
A principal avenida de Lisboa é hoje, apesar da presença das lojas de grandes multinacionais da moda, uma auto-estrada.

Nos muitos volumes
da
 LISBOA DESAPARECIDA
de 
MARINA TAVARES DIAS
um capítulo sobre o Passeio,
e vários sobe a Avenida.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

D. CARLOS uma biografia por Marina Tavares Dias

 
D. CARLOS, o Rei de 1900

« Numa das suas cartas a João Franco, publicadas em 1924* com enorme sucesso editorial, D. Carlos escreveu: 'Não me admira que nestes momentos turvos alguns apareçam e alguma coisa tentem; mas para isso é que nós cá estamos e por certo nem a ti nem a mim será o medo que nos fará mudar de caminho'. [carta de 8 de Agosto de 1907] O Rei sabe, portanto, dos perigos que o espreitam. Desvaloriza-os, mas sabe. E não muda em nada o seu quotidiano por medo do que possa vir a acontecer. Os deveres de Estado ainda o chamam a Lisboa uma vez, a 11 de Janeiro, mas rapidamente regressa a Vila Viçosa, onde permanece mesmo após a chegada das piores notícias. »

Pequeno excerto do último capítulo
de D. Carlos,
de Marina Tavares Dias,
edição de 2007.

domingo, 12 de agosto de 2012