sexta-feira, 25 de agosto de 2023
RECORDAR O CHiADO
domingo, 12 de junho de 2022
A Expo de 1940
MARINA TAVARES DIAS
BELÉM
E A
EXPOSIÇÃO DO MUNDO PORTUGUÊS
quinta-feira, 9 de junho de 2022
O AZULEJO DA RAINHA DOS MERCADOS
A Rainha dos Mercados
domingo, 15 de maio de 2022
A FEIRA POPULAR DE PALHAVÃ
A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil de “O Século”.
Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português permanente” juntava às modernas atracções e aos divertimentos mais sofisticados todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum.
Em Lisboa nos Anos 40 - Longe da Guerra, de Marina Tavares Dias.
quinta-feira, 5 de maio de 2022
PEÇAS DO ARQUIVO MTD
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
A QUINTA DA RABICHA
MARINA TAVARES DIAS
em
LISBOA DESAPARECIDA III:«As obras do Aqueduto das Águas Livres iniciaram-se a 16 de Agosto de 1732. Decorreram em bom ritmo, estando completamente terminadas em pouco mais de 15 anos. A quem este período possa parecer longo, recorde-se que o aqueduto parte do Olival do Santíssimo, em Caneças, percorrendo 18 quilómetros e 838 metros até às Amoreiras. Só a galeria subterânea mede 4 650 metros, assentes em 109 arcos de pedra. A caldeira tem 137 ventiladores. Quando inrompe do solo, no vale de Alcântara, a galeria prolonga-se sobre 36 arcos monumentais que atingem, em altura, 231 palmos. O maior destes arcos abria-se sobre a Ribeira da Alcântara, na zona em que esta era conhecida por Ribeira da Rabicha.
(CONTINUA NO LIVRO)
Homenagem ao nosso GRANDELLA
O Grandella no tempo da sua ampliação (1906), fazendo as galerias parecerem-se com as dos tradicionais Grandes Armazéns de Paris.
Gravura única, pertencente ao Arquivo Marina Tavares Dias, e agora disponível em vários objectos fantásticos na nossa pequena loja na Redbubble. Link directo:
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021
Os Azulejos Desaparecidos
do jornal DIÁRIO DE LISBOA
Enquanto trabalhava naquele jornal, Marina Tavares Dias fotografou muitas vezes as escadarias hoje destruídas, cujos azulejos eram um dos ex-libris do Bairro Alto. Adquira agora um objecto cujo design, a partir dos originais perdidos, foi concebido para os eternizar.
Em todos os suportes, na loja Redbubble do Arquivo MTD:
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
Homenagem aos Grandes Armazéns do Chiado de 1900
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terça-feira, 7 de dezembro de 2021
Um Pouco do Arquivo MTD para Levar Consigo
PEÇAS DO ARQUIVO M.T.D.
NA REDBUBBLE
AJUDE A ORGANIZAR o ARQUIVO M.T.D.
adquirindo um objecto útil e personalizado com algumas das nossas peças. Como este mapa de Lisboa em 1890, que poderá ser a sua t-shirt, a sua mala, ou qualquer tipo de caderno, máscara, bolsa ou cobertor. Link directo em baixo (copy/paste)
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domingo, 15 de dezembro de 2019
ALVALADE
MARINA TAVARES DIAS
em LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
sábado, 14 de dezembro de 2019
O Americano da Carris
O AMERICANO
O carro Americano. A 18 de Novembro de 1873, dizia o "Diário de Notícias" que ele era "um meio de viação seguro, cómodo e barato". Foi também o mais sério concorrente dos seus congéneres carros do Jacintho, do Salazar e do Eduardo Jorge. Antes de, em 1901, serem todos destronados pelo novo carro eléctrico. Ao fundo do Rossio, no gaveto com a Rua Augusta (números 284-286), instalar-se-ia em 1909 o Hotel Internacional [continua no livro].rquivo Mar
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Pois é: ficámos surpreendidos ao verificar que quase metade dos nossos leitores moram nos Estados Unidos ou usam servidores ali alojados, Como esse dia coincide com aquele em que um deles muito gentilmente pede um «gravura antiga ligada ao Fado» (todas as gravuras antigas estão ligadas ao fado de alguém, diria aqui Pessoa... talvez).
Bem, aqui está a dupla desenhada por Joubert em 1825 e publicada em gravura nesse mesmo ano. Agora,
excuse us...
FADO – THE SONGS ABOUT FATE
«The fado was born one day/ When hardly a breeze was whispering/ And the sea merged into the sky/ In the tacking of a sailing ship/ In the breast of a sailor-boy/ Who was singing in his melancholy» – so goes the poem written by José Régio and sung by Amália Rodrigues. The real origins of Lisbon’s traditional song are probably much more recent than the era of the Discoveries. There is no written record of the fado before the 19th century. Its melody, which is thought to be the successor of the «lundum» danced by black slaves in Brazil, follows a four-line stanza where each line has a 10-syllable count. But aboveall, it reflects a state of spirit, sad and nostalgic, that Lisbon has made its own. During the 19th century, the fado (the song about fate) was sung all over Lisbon, from Calçada de Carriche to the flat-bottomed boats of the River Tagus, through the taverns of Bairro Alto and the narrow streets of Mouraria. The poignant plucking of guitars was heard in Arco do Cego and in Madre de Deus, in Lumiar and in Laranjeiras, in the Quebra-Bilhas tavern and in the bullring at Campo de Santana. The fado was sung markets, in brothels and in palaces.»
LISBOA/LISBON/LISBONNE/LISSABON - A sua história para os turistas / for the tourist who loves History, book by MARINA TAVARES DIAS, 1992.
lithograph by Joubert, 1825
Text by #ArquivoMarinaTavaresDias
domingo, 17 de maio de 2015
O LEGADO VALMOR
[.../...]
Uma cláusula aparentemente simples fornece pormenores sobre quais os edifícios que disputariam o galardão: "Deixo mais cinquenta contos (cinquenta contos de réis) à cidade de Lisboa a fim de [que] esta quantia forme um fundo cujos rendimentos anuais constituam um prémio que será anualmente dado em duas partes iguais ao proprietário e ao arquitecto do mais belo prédio ou casa edificados em Lisboa, com a condição porém de que essa casa nova, ou restauração de edifício velho, tenha um estilo arquitectónico clássico, grego ou romano, romão gótico, ou da renascença ou algum tipo artístico português, enfim um estilo digno de uma cidade civilizada. No caso de algum ou alguns anos se não edificar casa nenhuma nas condições de merecer o prémio, o rendimento junta-se ao capital, a fim de com o fundo aumentado e acumulado se poderem instituir maiores prémios ou maior número deles". Esta síntese das condições necessárias para atribuição do "Valmor" iria perder significado, ao longo das décadas de atribuição do prémio. [...]
(continua no livro)
quinta-feira, 7 de maio de 2015
De Cine Bélgica a Rock Rendez-Vous
quarta-feira, 15 de abril de 2015
O CHIADO DE MESTRE HORÁCIO NOVAES
As fotografias do Chiado de Mestre Horácio Novaes aparecem cheias de gente porque são tiradas para a reportagem da visita às quatro (havia uma quinta na Rua Nova do Almada) igrejas do Chiado, na Páscoa.
As identificações e datas (esta é de 1943) apontadas por MARINA TAVARES DIAS nos dossiers dos estúdios de Horácio Novaes desapareceram após a morte do seu assistente, António Lanceiro, com a venda ou cedência dos negativos a uma instituição que preservou apenas os negativos.
quarta-feira, 11 de março de 2015
O Burnay 'do Pataco'
excerto de
capítulo
FIGURAS E TIPOS DAS RUAS
volume I
O Burnay do Pataco, oriundo de família abastada, era pobre mas inconformado. Sentava-se à mesa da Brasileira do Chiado, na década de 1920, e mandava vir almoço, alegando que quem pagaria a conta seria «aquele meu amigo, no grupo ali ao fundo». No início, deu resultado. Mais tarde, dirigia-se directamente ao visado, perguntando se podia sentar-se-lhe à mesa.
domingo, 23 de novembro de 2014
Belém: a zona demolida em 1939
Marina Tavares Dias
em volume V de
LISBOA DESAPARECIDA
capítulo sobre Belém:
«Até ao ângulo oriental do grande conjunto do mosteiro, prolongava-se a Rua de Belém. A sua área desaparecida incluía mais três quarteirões a Sul, uma praça e outro quarteirão a Norte. Os últimos números de polícia são hoje o 128 e o 105. Antes de 1939, continuavam até ao 138 (lado da Confeitaria dos Pastéis de Belém) e ao 167. Todos os andares térreos eram ocupados por lojas. O chafariz abastecedor do bairro estava no centro do Largo Frei Heitor Pinto, a poente do quarteirão onde outrora se erguera o palácio dos duques de Aveiro. Também esse largo desapareceria, sacrificadas que foram as casas do lado ocidental, recolhendo o chafariz - como já vimos no respectivo capítulo - a depósito camarário, sendo mais tarde reconstruído no Largo do Mastro.»
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
CHIADO, 25 anos depois.
(concepção e imagens ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS)
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O CHIADO DO SÉCULO XXI
Como estão, 25 anos volvidos, algumas das moradas que faziam parte do património lisboeta e que desapareceram no dia 25 de Agosto de 1988? (concepção e imagens ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS)
P.S. -- Já sabemos que vai haver tentação de muito «copianço» por parte de tv's, revistas, jornais, sites e blogs, quando chegarem os 25 anos de incêndio. Pelo menos, mandem uma mensagem para o blog, para que possamos por-vos em contacto com a escritora.Todas as fotografias das lojas como estavam antes do incêndio podem ser vistas, a ilustrar a descrição da história de cada local, nos volumes da LISBOA DESAPARECIDA de MARINA TAVARES DIAS.
terça-feira, 16 de abril de 2013
CHIADO:
AS PORTAS DE SANTA CATARINA« O alinhamento dos edifícios na quinhentista Rua Direita das Portas de Santa Catarina diferia alguma coisa do Chiado que hoje conhecemos. O traçado da rua mantém-se semelhante àquilo que foi antes do terramoto, mas o novo alinhamento eliminou muitas das pequenas travessas que se abriam em direcção ao monte do Carmo. Azinhagas e becos foram, depois, substituídos por novos prédios. Os documentos da reconstrução identificam alguns: Travessa da Casa dos Sá e Menezes, Azinhaga de Gil Vicente, Beco da Cruz, Travessa do Sacramento (a calçada do mesmo nome mantém o local).




















