sexta-feira, 25 de agosto de 2023
RECORDAR O CHiADO
segunda-feira, 21 de agosto de 2023
A Ribeira de Sacavém (Rio Trancão)
No início do século XX, pescava-se aqui em barquinhos como este, velejando por recreio. Sacavém e Camarate, adornadas de vastas quintas, faziam bom destino para férias fora de portas, mesmo após o início da urbanização do outro arrabalde que, até então, com este rivalizara: Benfica (Bemfica).
A partir da década de 1940, as descargas poluentes quase mataram o rio. Hoje já não se pesca nem navega, mas pode de novo respirar-se nas suas margens. Embora Sacavém permaneça designação clássica, o rio deve nome oficial a Afonso Trancão, proprietário de salinas e de quintas que atravessava no século XIII. Ou seja, praticamente cem anos após D. Afonso Henriques ter travado, nestas margens, o primeiro combate com vista à futura entrada vitoriosa em Lisboa.
domingo, 12 de junho de 2022
A Expo de 1940
MARINA TAVARES DIAS
BELÉM
E A
EXPOSIÇÃO DO MUNDO PORTUGUÊS
quinta-feira, 9 de junho de 2022
O AZULEJO DA RAINHA DOS MERCADOS
A Rainha dos Mercados
domingo, 15 de maio de 2022
A FEIRA POPULAR DE PALHAVÃ
A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil de “O Século”.
Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português permanente” juntava às modernas atracções e aos divertimentos mais sofisticados todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum.
Em Lisboa nos Anos 40 - Longe da Guerra, de Marina Tavares Dias.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
Homenagem ao nosso GRANDELLA
O Grandella no tempo da sua ampliação (1906), fazendo as galerias parecerem-se com as dos tradicionais Grandes Armazéns de Paris.
Gravura única, pertencente ao Arquivo Marina Tavares Dias, e agora disponível em vários objectos fantásticos na nossa pequena loja na Redbubble. Link directo:
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021
Os Azulejos Desaparecidos
do jornal DIÁRIO DE LISBOA
Enquanto trabalhava naquele jornal, Marina Tavares Dias fotografou muitas vezes as escadarias hoje destruídas, cujos azulejos eram um dos ex-libris do Bairro Alto. Adquira agora um objecto cujo design, a partir dos originais perdidos, foi concebido para os eternizar.
Em todos os suportes, na loja Redbubble do Arquivo MTD:
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
Homenagem aos Grandes Armazéns do Chiado de 1900
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terça-feira, 7 de dezembro de 2021
Um Pouco do Arquivo MTD para Levar Consigo
PEÇAS DO ARQUIVO M.T.D.
NA REDBUBBLE
AJUDE A ORGANIZAR o ARQUIVO M.T.D.
adquirindo um objecto útil e personalizado com algumas das nossas peças. Como este mapa de Lisboa em 1890, que poderá ser a sua t-shirt, a sua mala, ou qualquer tipo de caderno, máscara, bolsa ou cobertor. Link directo em baixo (copy/paste)
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domingo, 15 de dezembro de 2019
ALVALADE
MARINA TAVARES DIAS
em LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Pois é: ficámos surpreendidos ao verificar que quase metade dos nossos leitores moram nos Estados Unidos ou usam servidores ali alojados, Como esse dia coincide com aquele em que um deles muito gentilmente pede um «gravura antiga ligada ao Fado» (todas as gravuras antigas estão ligadas ao fado de alguém, diria aqui Pessoa... talvez).
Bem, aqui está a dupla desenhada por Joubert em 1825 e publicada em gravura nesse mesmo ano. Agora,
excuse us...
FADO – THE SONGS ABOUT FATE
«The fado was born one day/ When hardly a breeze was whispering/ And the sea merged into the sky/ In the tacking of a sailing ship/ In the breast of a sailor-boy/ Who was singing in his melancholy» – so goes the poem written by José Régio and sung by Amália Rodrigues. The real origins of Lisbon’s traditional song are probably much more recent than the era of the Discoveries. There is no written record of the fado before the 19th century. Its melody, which is thought to be the successor of the «lundum» danced by black slaves in Brazil, follows a four-line stanza where each line has a 10-syllable count. But aboveall, it reflects a state of spirit, sad and nostalgic, that Lisbon has made its own. During the 19th century, the fado (the song about fate) was sung all over Lisbon, from Calçada de Carriche to the flat-bottomed boats of the River Tagus, through the taverns of Bairro Alto and the narrow streets of Mouraria. The poignant plucking of guitars was heard in Arco do Cego and in Madre de Deus, in Lumiar and in Laranjeiras, in the Quebra-Bilhas tavern and in the bullring at Campo de Santana. The fado was sung markets, in brothels and in palaces.»
LISBOA/LISBON/LISBONNE/LISSABON - A sua história para os turistas / for the tourist who loves History, book by MARINA TAVARES DIAS, 1992.
lithograph by Joubert, 1825
Text by #ArquivoMarinaTavaresDias
terça-feira, 26 de abril de 2016
HOMENAGEM A MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
Na FOTOBIOGRAFIA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO,
Marina Tavares Dias recolheu as imagens inéditas, publicando pela primeira vez originais em alta definição, a partir das fotografias que comprou e que encontrou em casa de todos os bibliófilos e coleccionadores da época (1988).
Dois anos depois, levou a exposição de toda a iconografia e bibliografia em primeiras edições a Paris, onde estiveram expostas na sede da UNESCO. Paris reencontrou Mário de Sá-Carneiro.
Lisboa esqueceu-o. A quinta onde passou a infância, às portas da cidade, foi destruída. a morte continua por averbar na certidão de nascimento. Resta uma única placa, na casa onde nasceu, na Rua da Conceição (dos Retroseiros). Mas a data está errada.
Hoje, a LISBOA DESAPARECIDA de MARINA TAVARES DIAS
homenageia o génio de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO.
Tanta coisa vai ficar para sempre inédita. Tanto é já referido pleno de enganos e de erros. Tanto se especula academicamente. Mas uma obra MAIOR resiste a tudo.
Hoje, celebramos o génio de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO.
domingo, 20 de março de 2016
O Palácio da Praia
Data: 1931
sábado, 20 de fevereiro de 2016
A MODA EM LISBOA
em
no volume VII:
«A simplicidade do trajo oitocentista só duraria até ao advento da crinolina. De 1820 a 1825 a silhueta começa a cintar-se mais, as saias alargam em baixo e o decote sobe em oval. As mangas continuam com o seu balãozinho no topo, agora cada vez mais colantes e longas, acabando em bico sobre a luva ou sobre a mão. Antes de 1840 essas mesmas mangas estão já enormes, os seus balões tufados foram descendo para acompanhar o movimento dos cotovelos, a cintura afilou-se de novo e os múltiplos saiotes começam a usar tecidos encorpados, prenúncio do que está para vir. »
(continua no livro)
sexta-feira, 5 de junho de 2015
A LISBOA DE EÇA DE QUEIROZ
quarta-feira, 15 de abril de 2015
O CHIADO DE MESTRE HORÁCIO NOVAES
As fotografias do Chiado de Mestre Horácio Novaes aparecem cheias de gente porque são tiradas para a reportagem da visita às quatro (havia uma quinta na Rua Nova do Almada) igrejas do Chiado, na Páscoa.
As identificações e datas (esta é de 1943) apontadas por MARINA TAVARES DIAS nos dossiers dos estúdios de Horácio Novaes desapareceram após a morte do seu assistente, António Lanceiro, com a venda ou cedência dos negativos a uma instituição que preservou apenas os negativos.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
LISBOA DAS SETE COLINAS
domingo, 6 de janeiro de 2013
O Mistério das Palavras (LISBOA MISTERIOSA)
«Tito Lívio deve ter referido uma pronúncia [...] a que os mais ortodoxos chamariam «patavinismo». [...] Mas assumir etimologia a partir de «Pádua» não será pacífico, visto que a derivação pode ser muito posterior, aludindo ao discurso em latim dos padres, seguidores de Santo António de Lisboa (e de Pádua), geralmente mal entendidos pelo lisboeta da rua.
[...]
Para que se não esgote o tema, pode ainda considerar-se, como Rafael Bluteau [...] que «pá» seria o mais básico, e «não perceber patavina» corresponderia a ignorar o mais elementar.»
Marina Tavares Dias. Capítulo O Mistério das Palavras, em LISBOA MISTERIOSA (2004-2011). NAS LIVRARIAS.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Lançamento de 'LISBOA MISTERIOSA' e 'LISBOA NOS PASSOS DE FERNANDO PESSOA'


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