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domingo, 27 de março de 2016

AVENIDA DE ROMA







Fotografia de Mestre Horácio Novaes
divulgada em
LISBOA NOS ANOS 40
de
MARINA TAVARES DIAS
(edição em livro de 1992)


A futura Avenida de Roma, ainda sem quaisquer construções, vista da porta do Hospital Júlio de Matos: ym eixo onde, até 1940, existiram terrenos de cultivo. O Bairro de Alvalade, projecto de Faria da Costa, justificava a ligação da chamada «cidade nova» com o topo da Avenida Almirante Reis, cujo traçado datava de início do século XX.


#Alvalade
#MarinaTavaresDias
#LisboaDesaparecida
#LisboaNosAnos40

domingo, 25 de outubro de 2015

Alvalade




Excerto de:

LISBOA NOS ANOS 40
de
MARINA TAVARES DIAS


O plano de urbanização do Sítio de Alvalade, futuro bairro do mesmo nome, compreendia a área trapesoidal de cerca de 230 hectares limitada a norte pela Avenida do Brasil (denominada Alferes Malheiro na década de 40), a nascente pela futura Avenida do Aeroporto, a sul pelos terrenos confinantes com a Avenida Almirante Reis e a poente pelo Campo Grande e pela antiga Estrada de Entrecampos. O novo bairro, planeado no final da década de 30 e inaugurado na segunda metade da de 40, pretendia-se estampa ideal da nova cidade. O projecto é do primeiro urbanista português diplomado em Paris: Faria da Costa.

sábado, 27 de setembro de 2014

A Feira Popular de Palhavã

«A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil de “O Século”.
Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português permanente” juntava às modernas atracções e aos divertimentos mais sofisticados todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum. [...]»





Continua em:
Lisboa nos Anos 40 – Longe da Guerra
de
Marina Tavares Dias

quarta-feira, 4 de junho de 2014

LONGE DA GUERRA

LISBOA NOS ANOS 40 | LONGE DA GUERRA 
de 
MARINA TAVARES DIAS
Edição de 1998







Ribeirinho e Leonor Maia - a «Tatão» e o «Chico» - despedem-se à porta da Perfumaria da Moda, na Rua do Carmo. O filme é O Pai Tirano, de António Lopes Ribeiro (1941). A perfumaria ardeu totalmente em Agosto de 1988, restando a cantaria da fachada, que hoje serve de janela a uma loja Nespresso. Quebrado o letreiro de vidro pintado a ouro, ficou à vista, lavrada na pedra, a designação francesa inicial, inspirada no romance homónimo de Zola.

quarta-feira, 26 de março de 2014


Lisboa dos Anos 40 
 O Nosso Cinema




Leonor Maia,
a Tatão do filme
O Pai Tirano
de António Lopes Ribeiro
(1941).
Em
LISBOA NOS ANOS 40 -
- LONGE DA GUERRA
de
MARINA TAVARES DIAS

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ta-tão, Ta-tão, Ta-tão

Ribeirinho e Leonor Maia - a «Tatão» e o «Chico» - despedem-se à porta da Perfumaria da Moda, na Rua do Carmo. O filme é «O Pai Tirano», de António Lopes Ribeiro (1941). A perfumaria ardeu totalmente em Agosto de 1988, restando a cantaria da fachada, que hoje serve de janela a uma loja Nespresso.

(ver: LISBOA DESAPARECIDA, volume II e LISBOA NOS ANOS 40 | LONGE DA GUERRA, de MARINA TAVARES DIAS)


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014



Senha de racionamento utilizada em Lisboa 
durante a Segunda Grande Guerra (1939-1945). 
Os géneros alimentícios racionados incluíam açúcar, arroz, feijão, sabão, carne, peixe e ovos. Ver mais em:
Lisboa nos Anos 40 - Longe da Guerra©  
de Marina Tavares Dias.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
de 
MARINA TAVARES DIAS

Francisco Ribeiro, conhecido pelo nome artístico Ribeirinho, fundou a companhia Os Comediantes de Lisboa em 1944, conseguindo levar a cena muitas obras que a censura trazia de olho. Mas as gerações futuras lembrá-lo-ão sobretudo como realizador (O Pátio das Cantigas, 1942) e actor de cinema (O Feitiço do Império,1940; O Pai Tirano, 1941; O Pátio das Cantigas, 1942; A Vizinha do Lado, 1945, etc.) 

     


          (Ribeirinho como o «Chico da Tatão» em O Pai Tirano
1941;
fotografia cedida pelo cineasta António Lopes Ribeiro para o livro)