quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lançamento de 'LISBOA MISTERIOSA' e 'LISBOA NOS PASSOS DE FERNANDO PESSOA'


'A Editora Objectiva e a Fnac Chiado têm o prazer de o(a) convidar para a apresentação de "Lisboa Misteriosa" e " Lisboa nos Passos de Fernando Pessoa" de Marina Tavares Dias. Dois livros que nos apresentam uma Lisboa diferente e que constituem uma homenagem sem par à Cidade das Sete Colinas. Conta com a apresentação de Catarina Portas.'
Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011, às 18:30, na FNAC Chiado.

domingo, 30 de outubro de 2011

Festas da Cidade, 1934.


Capa do livro comemorativo das Festas da Cidade de Lisboa (incluindo as Marchas Populares). Almada Negreiros, 1934.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Varininha


Varininha, por Stuart Carvalhaes. Com pregão anexo.

Em Lisboa Misteriosa,
de Marina Tavares Dias,
capítulo «As Varinas Eram Fenícias?»

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Casino do Monte Estoril



Esplanada
do
Casino do Monte Estoril

década de 1930).




Lisboa Desaparecida,
de Marina Tavares Dias,
volume IX,
capítulo «O Jogo em Lisboa».


quinta-feira, 7 de julho de 2011

CAFÉ MARTINHO


O Martinho foi o mais importante café lisboeta dos últimos cento e cinquenta anos. Encerrou ingloriamente no final da década de 1960, apesar dos seus pergaminhos onde ficaram inscritos quase todos os apelidos célebres da capital. Ainda não eram decorridos 30 anos e já a maior parte dos lisboetas (jornalistas e escritores incluídos) o confundia com o Martinho da Arcada, fazendo transitar para este último a fama que coube ao maior, mais célebre, mais radioso café lisboeta do seu tempo.

Os Cafés de Lisboa de Marina Tavares Dias




domingo, 12 de junho de 2011

ALEXANDRE HERCULANO


Alexandre Herculano, poeta, romancista, historiador e mestre pela rectidão de carácter que todos os amigos enalteciam era igualmente o mais famoso dos agricultores. Na época em que o azeite, como Bordalo refere, foi combustível para candeias, Herculano inventou o mais fino «azeite de prato». Tratou de o pôr à venda em Lisboa, na mais famosa mercearia do Chiado elegante: o Jerónimo Martins. Ganhou uma medalha na Exposição Universal de Paris e o hábito de se ver caricaturado vestido de azeiteiro, com lata e funil, desprezando intelectuais seus pares em direcção à porta do merceeiro. Gomes de Brito conta como foi apresentar Bordalo Pinheiro a Herculano, na Livraria Bertrand do Chiado, em 1870. O caricaturista vinha pedir autorização para publicar o desenho mais tarde célebre, e Herculano mostrou-se envergonhado mas complacente: «Sim, senhor; sim, senhor!» Que estava parecido e que não ofendia a seu «carácter moral». Azeiteiro, pois, e sem problemas em o reconhecer, pelo que no «Álbum de Costumes Portuguezes» (editado por David Corazzi em 1888), é Columbano quem o retrata, utilizando como base a fotografia de um azeiteiro de rua, cujo rosto substitui pelas feições do historiador. A fotografia que serviu de base à aguarela e à estampa era desconhecida. Foi desvendada no volume IX da «Lisboa Desaparecida».

domingo, 29 de maio de 2011

Hospital de D. Estefânia


Começou o «abate» do
Hospital de D. Estefânia.

Nestas coisas de destruição da cidade, já pouco me revolta. Este triplo atentado (histórico, patrimonial e ao bem da comunidade) faz-me abrir uma excepção.

Em 2009, fiz uma página no Facebook para defender a obra da Rainha D. Estefânia (Hospital de D. Estefânia: Nós estamos contra o encerramento»). Duvido que consigamos seja o que for, contra especuladores e PPPs. Mas é obrigação de todos os lisboetas não deixar morrer o assunto.

Este atentado é a coisa mais grave que se programa contra a nossa cidade e as futuras gerações aqui nascidas. Mesmo eu, habituada a toda a espécie de destruição do património, não consigo deixar de ficar pasmada. E já repararam na política de silêncio do Ministério da Saúde (cujas «fontes» nada mandam para os jornais)?

Já repararam no verdadeiro atestado de incompetência que isso representa? - Neste assunto de alienação de património, e mesmo que implique maltratar a saúde das nossas crianças, o MS nem sequer é ouvido ou achado. Valores mais altos...

Começou o abate do Hospital, com a decisão inacreditável de encerrar o bloco de partos a 6 de Junho de 2011. Edifício modelo, com obras de pouco mais de uma década e funcionamento considerado exemplar em termos técnicos e humanos. A partir de Junho, uma criança que nasça doente na Maternidade Alfredo da Costa é separada da mãe, para ir para o Hospital de D. Estefânia. Pareceria anedota, se não fosse aquilo que é.


MARINA TAVARES DIAS

quinta-feira, 5 de maio de 2011

GALEGO AGUADEIRO




Galego aguadeiro. Postal ilustrado. Fototipia litografada, c. 1910. Em Lisboa Desaparecida de Marina Tavares Dias, volume II, capítulo «Vendedores e Pregões».

domingo, 17 de abril de 2011

ARDINA LISBOETA, c. 1900

Ardina lisboeta.
Postal ilustrado litografado, c. 1906
(Lisboa Desaparecida,
volume III, capítulo Costumes)

domingo, 10 de abril de 2011

REI D. CARLOS numa fotografia única


A mais extraordinária fotografia do Rei Dom Carlos é provavelmente esta, tirada por Joshua Benoliel durante um torneio de florete presidido pelo Rei, na Tapada da Ajuda, em 1907.

Ao lado, fardado, o Infante D. Afonso. O Rei muito mais informal, traja casaco sem bandas e colete de gola, calça 'pied-de poule' e chapéu mole. Pela primeira vez e talvez única vez, o fotógrafo apanhou-lhe o sorriso rasgado, revelando dois dentes nitidamente tortos. Não se preocupa, sequer, em esconder o curativo que lhe protege o dedo queimado pelo calor do charuto.

A imagem foi considerada tão excepcional que vários editores de postais ilustrados a reproduziram na época, mas a riqueza de pormenores apenas é perceptível numa ampliação razoável e a partir do original, como a que aqui mostramos.


Negativo e prova originais

pertencentes ao ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS.

Fotografia seleccionada para a capa de «D. Carlos», biografia publicada por Marina Tavares Dias em 2007.


Numa oferta especial para os leitores do blog Lisboa Desaparecida, aqui fica um boa resolução da referida fotografia. Todos os direitos reservados.

sábado, 9 de abril de 2011

LISBOA DESAPARECIDA - MARINA TAVARES DIAS - 20 ANOS

ARMAZÉNS DO CHIADO, 1955

Menu do salão de chá, pastelaria e restaurante dos Grandes Armazéns do Chiado, 1955. «Lisboa Desaparecida», volume IX, capítulo «Restaurantes e Petiscos»

CAMPO DE OURIQUE


Campo de Ourique. Gaveto da Rua Azedo Gneco com a Rua Coelho da Rocha em 1944. As tiras de papel nas janelas eram usadas, nesta época, como protecção contra estilhaços, caso Portugal viesse a entrar na guerra e fosse alvo de ataques aéreos.


«Lisboa Desaparecida», volume VII, capítulo «Campo de Ourique».

terça-feira, 5 de abril de 2011

ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS

Para seguir no Facebook:
ARQUIVO MARINA TAVARES DIAS Alguns exemplos dos cerca de 40 mil documentos ainda por digitalizar. A identificação dos locais e/ou pessoas será feita, em legenda, na publicação de cada uma das imagens no mural. Obrigada a todos pelo vosso interesse, pelo vosso apoio e pelas palavras gentis.

O Monumental e o Saldanha









Cine-Teatro Monumental e Praça Duque de Saldanha. Postal ilustrado 
fotográfico, c. 1952





Praça da Figueira


Praça da Figueira. O antigo mercado, demolido em 1949. Postal ilustrado antigo, escolhido para ilustrar a capa do primeiro volume de «Lisboa Desaparecida», em 1987.