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quinta-feira, 7 de maio de 2015

De Cine Bélgica a Rock Rendez-Vous

Marina Tavares Dias 
em Lisboa Desaparecida 
volume VII:
«O Cine Bélgica, servindo o bairro do mesmo nome e toda a zona do Rego, abriu as portas a 25 de Julho de 1928, no número 175 da Rua da Beneficência. Fora projectado pelo construtor civil Domingos Pinto e construído no local de um antigo barracão de arrumações. Conhecido por Bélgica-Cine a partir de 1931, viria a ser adaptado ao cinema sonoro em 1933, através da instalação de uma aparelhagem R.C.A. Durou várias décadas, conhecendo um verdadeiro segundo apogeu a partir de 1968, como Cinema Universitário, com programação criteriosa, digna de um cineclube. Nos anos 70 foi ainda Cinema Universal, explorado pela distribuidora Animatógrafo, antes de encerrar para obras de vulto que o transformariam em novo ponto de encontro dos lisboetas mais jovens: o Rock Rendez-Vous. Foi nas célebres noites do Rendez-Vous que, ao longo da primeira metade dos anos 80, se estrearam várias futuras celebridades do rock português.» 

(continua no livro)



sexta-feira, 2 de maio de 2014

AS MUSAS DO TEATRO POLYTEAMA

O Teatro Politeama fugiu ao destino de quase todas as centenárias casas de espectáculo alfacinhas. Goste-se ou não do seu estilo como encenador, devemo-lo, sobretudo, a Filipe La Féria. Basta ver como estão os vizinhos Odeon e Olympia (La Féria parece não ter desistido de recuperar este último, mas as obras são ainda mais avultadas). 

Quanto ao Odeon, com a galeria lateral sobre a Rua dos Condes, em ferro e vidro e quase totalmente destruída, será difícil acudir-lhe já. Porque o deixaram chegar a tal estado? - Hoje em dia, ninguém trabalha junções tão estreitas de vidrilhos soldados a quente no ferro fundido. Tudo o que se conseguiria, seria um pastiche em vitral moderno, ou uma substituição por materiais de liga mais leve. O Odeon dificilmente deixará de morrer. E foram 10 anos (apenas) que lhe ditaram tal sorte. Há dez anos, ainda teria sido possível o restauro.

Por causa destas histórias tristes é que olhamos sempre com algum regozijo para o maravilhoso tecto de Veloso Salgado, quando nos sentamos na centenária sala do Polyteama (ou Politeama). Aqui ficam as fotografias da inauguração, em 1913.



terça-feira, 17 de setembro de 2013

MARINA TAVARES DIAS e o DIÁRIO DE LISBOA


Algumas (apenas algumas) de muitas prosas © Marina Tavares Dias no extinto vespertino «Diário de Lisboa». Reprodução e redistribuição proibidas, ao abrigo da lei que protege a propriedade intelectual.

O símbolo de Direitos de Autor, designado pelo © (um "C circunscrito") , é usado para fornecer aviso de direitos em obras escritas por autores ainda vivos ou mortos há menos de 70 anos.

























quinta-feira, 21 de março de 2013

Cinema Lys

Cinema Lys
na Avenida Almirante Reis
(gaveto com a Rua dos Anjos),
bairro dos Anjos.
Década de 1940




Lisboa Desaparecida, volume VII. História do Lys no capítulo OS CINEMAS DE BAIRRO

sábado, 15 de dezembro de 2012

Cinema Lys

Cinema Lys

na Avenida Almirante Reis

(gaveto com a Rua dos Anjos), bairro dos Anjos.

Década de 1940







Lisboa Desaparecida

de Marina Tavares Dias

volume VIII - Os Cinemas de Bairro