Mostrar mensagens com a etiqueta futebol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta futebol. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Cascais, Outubro de 1888



Jogadores que efectuaram aquela que é considerada a primeira exibição de futebol em Portugal, em Cascais, em Outubro de 1888. Esta extraordinária fotografia da época retrata-os a todos. Em pé, da esquerda para a direira: João Bregaro, Jorge Figueira, Eduardo Romero, Francisco Alte, Eduardo Pinto Basto, Francisco Figueira, Salvador da França, Manuel Salema, Aires de Ornellas, Guilherme Pinto Basto e Carlos Pinto Basto. No meio: Salvador Asseca, António Avillez, Pedro Sabugal e Frederico Pinto Basto. Sentados: visconde de Castello-Novo, Luiz Trigozo, Hugo O’Neill, Francisco Avillez, Vasco Sabugosa, Augusto Moller e D. Simão de Souza Coutinho

HISTÓRIA DO FUTEBOL
de
MARINA TAVARES DIAS

O nascimento do futebol em Portugal


A primeira fotografia de um desafio é 
anterior à instituição de redes nas balizas


 HISTÓRIA DO FUTEBOL 
de MARINA TAVARES DIAS



Escreve a autora no livro que a revela:

"O jornal quinzenal «O Sport», de breve publicação no ano de 1894, confere já grande destaque à modalidade cujo impacto público não parara de alargar-se nos últimos dois anos. Este é o primeiro título lisboeta inteiramente dedicado a temas desportivos, estando a sua fundação ligada a sócios do Real Gymnasio Club Português, entre os quais se destaca Carlos Xafredo, director da nova publicação. Utilizando um método muito em voga na época (albumina fotográfica colada ao centro da primeira página), o jornal apresenta uma das primeiras imagens de um desafio de futebol em Portugal. A legenda – na última página – refere-o nos seguintes termos:

'A photographia que acompanha o nosso primeiro número é um interessante instantâneo photographico do ‘match’ de ‘football’ que se realizou no dia 25 de Março de 1893 na Quinta Nova em Carcavellos entre o ‘team’ do C.C. [Carcavellos Club] e o do R.G.C.P. [Real Gymnasio Club Portuguez].
Este ‘match’ ficou empatado marcando cada ‘team’ um ‘goal’, e era desforra do que se tinha realizado em 8 de Dezembro de 1893 [sic] no qual o R.G.C.P. perdera por 6 ‘goals’. [...]" (continua no livro)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

BONECOS DA BOLA: a célebre lata das mercearias


HISTÓRIA DO FUTEBOL EM LISBOA

 de MARINA TAVARES DIAS

Raríssimo exemplo sobrevivente de uma lata de mercearia

onde eram guardados os famosos «caramelos da bola»

cujos «bonecos», enrolados na embalagem, fizeram as

delícias de gerações de coleccionadores. Esta lata esteve

exposta, por ocasião do Euro 2004, na exposição 

«Aqui Nasceu o Futebol». 



quinta-feira, 4 de julho de 2013

A HISTÓRIA DO FUTEBOL EM LISBOA de MARINA TAVARES DIAS

«Todas as manhãs do mundo são sem retorno». Este livro nasceu com um espírito de missão. Talvez haja quem ache esta missão risível. Mas o que vão ver são heróis precários. Dos que jogam face-a-face com o mais terrível inimigo de todos: o tempo. Equilibram a vida no paradoxo de duas medidas: a vertigem do arremesso da bola e o longo clamor duma multidão sem rosto nem época. Existe neles a anuência tácita do retrato, porque é deles acima de tudo o segundo que a cada passo fica para trás. Aos 15 anos descobrem o futuro que aos 20 dominam. Aos 30 têm de ser sábios porque aos 40 serão velhos. Como a bola desferida contra a rede, cada dia passa sem remissão nem travagem. Estas fotografias são o duplo atestado da precariedade das vidas. Nelas reside o húmus da alegria de gerações inteiras de adeptos; gerações inteiras esquecidas do tempo. Aqui estão os heróis do mundo que passa. Aqui reencontramos a essência dos milagres que duraram a fracção de um segundo: o golo, a fotografia, a vida.»



 MARINA TAVARES DIAS


excerto de:


A HISTÓRIA DO FUTEBOL 

EM LISBOA










sábado, 4 de julho de 2009

CARRO ELÉCTRICO PARA A BOLA
O eléctrico para os estádios costumava ir assim, Avenida da República acima, na década de 1940.
Sporting e Benfica jogavam futebol em dois campos praticamente contíguos, no Lumiar. Os grandes jogos eram à tarde, com luz do dia, porque ainda não chegara o tempo das transmissões televisivas e respectivos horários forçados.
Em Lisboa Desaparecida, volume 3.