Um exemplo da paginação do mais completo passeio pelas moradas e locais pessoanos da cidade, magistralmente guiado pela olisipógrafa Marina Tavares Dias.
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segunda-feira, 3 de março de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
MORADAS DOS MAIS MÍTICOS
CAFÉS DE LISBOA
ATRAVÉS DOS SÉCULOS
Recolha do Arquivo Marina Tavares Dias,
com base, exclusivamente,
nos livros da olisipógrafa
parte 2
CAFÉS DA PRAÇA D. JOÃO DA CÂMARA (ANTIGO LARGO CAMÕES)
Café La Gare – Praça D. João da Câmara, 5 e 6.
Actualmente: Restaurante Beira Gare.
Café Suisso – Praça D. João da Câmara, 7 a 10.
Inaugurado em 1848. Edifício demolido em 1954.
Café Martinho – Praça D. João da Câmara, 14 a 18.
Inaugurado c. 1846. Encerrado em 1968. A primeira
dependência bancária que lhe tomou o lugar, em 1969, pertencia ao Banco do
Alentejo, mais tarde integrado na União de Bancos; depois BCP.
(continua)
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O REFEITÓRIO DOS FRADES TRINOS
[.../...] « Lá diz o povo, quando o desastre é grande, que "caiu o Carmo e a Trindade". O terramoto derrubou realmente ambos os mosteiros, e daí a expressão popular, pois nunca mais antigos esplendores seriam recuperados. No entanto, o Convento da Trindade foi reconstruído e permaneceu de pé por mais algumas décadas. Em 1836, iniciadas as demolições, a Câmara dividiu-o em lotes. Planeava-se fazer passar, pelo interior das ruínas, um arruamento. Ainda hoje lemos, nas placas dessa rua, o topónimo completo: Nova da Trindade. A nova serventia que rasgou o convento ao meio.»
MARINA TAVARES DIAS, Lisboa Desaparecida
A Cervejaria da TRINDADE,
antigo refeitório dos frades trinos,
fotografada por Eduardo Portugal
na década de 1930
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
LER +, LER MELHOR, na RTP, com MARINA TAVARES DIAS
LISBOA MISTERIOSA por MARINA TAVARES DIAS
À mesa do Café Nicola, no Rossio, a Olisipógrafa explica à jornalista Teresa Sampaio, do programa LER MAIS LER MELHOR, alguns dos seus fascinantes textos sobre Lisboa.
https://www.youtube.com/watch?v=Z6REZWK7Mbk
À mesa do Café Nicola, no Rossio, a Olisipógrafa explica à jornalista Teresa Sampaio, do programa LER MAIS LER MELHOR, alguns dos seus fascinantes textos sobre Lisboa.
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
DO ROMANTISMO À BELLE ÉPOQUE
ou
do PASSEIO PÚBLICO à AVENIDA DA LIBERDADE
Logo a seguir ao terramoto de 1755, o Marquês de Pombal pensa dotar a cidade de um grande jardim público, onde os lisboetas possam conviver entre si. Novo "passeio" será construído a norte do Rossio, em terrenos conquistados a campos praticamente arrabaldinos. Em breve será o mais apreciado lugar de Lisboa, atingindo o grande objectivo do próprio Pombal: amalgamar classes sociais, fazendo despontar nova elite entre a burguesia emergente.
No início do século XIX, o Passeio é restaurado e favorecido com novo gradeamento e novos portões. O Romantismo é a sua grande época. Entra na moda das elites, conhecendo mesmo todos os membros da família real, que por aqui se passeiam, entre burgueses e pobres de pedir, sem medo das multidões.
Entre 1879 e 1886, a Câmara de Lisboa projecta e leva a cabo a demolição do Passeio, para construção Avenida da Liberdade. Ficou sendo a primeira avenida lisboeta, ao estilo de boulevard francês, ladeada de construções que marcaram época. E das quais igualmente pouco resta.
A principal avenida de Lisboa é hoje, apesar da presença das lojas de grandes multinacionais da moda, uma auto-estrada.
Nos muitos volumes
da
LISBOA DESAPARECIDA
de
MARINA TAVARES DIAS
um capítulo sobre o Passeio,
e vários sobe a Avenida.
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Amélia Rey Colaço com Marina Tavares Dias
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
MAIS CAFÉS.
Lisboa Desaparecida
Largo D. João da Câmara, antigo Largo de Camões, fronteiro à Estação do Rossio. Postal a partir do cliché original da contracapa do livro.
História dos cafés desta praça em Os Cafés de Lisboa, de Marina Tavares Dias.
OS CAFÉS DE LISBOA
Largo D. João da Câmara, antigo Largo de Camões, fronteiro à Estação do Rossio. Postal a partir do cliché original da contracapa do livro.
História dos cafés desta praça em Os Cafés de Lisboa, de Marina Tavares Dias.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
LISBOA DESAPARECIDA de MARINA TAVARES DIAS
Alguns dos temas dos 10 volumes de
LISBOA DESAPARECIDA
de
MARINA TAVARES DIAS
(num clip com imagens alusivas aos mesmos)
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Marina Tavares Dias apresenta Lisboa Misteriosa no programa Ler Mais, Ler Melhor
fala sobre o seu livro
LISBOA MISTERIOSA
(Ler + Ler Melhor, programa da RTP)
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sábado, 12 de janeiro de 2013
OS CAFÉS DE LISBOA de MARINA TAVARES DIAS
O Café CHAVE d'OURO
[.../...] O Chave d’Ouro Foi – pelo menos a partir da remodelação em 1936 – o maior café de Lisboa. Fundado em 1916, aproveitou o nome de uma antiga casa de ferragens existente na mesma morada: A Chave d’Ouro. A fachada inicial, representando um anjo, transformou-se rapidamente numa das imagens mais famosas do Rossio. Pelos meados da década de 20, o Chave d’Ouro era o café preferido dos comerciantes da Baixa, possuindo muitos deles mesa cativa, onde recebiam amigos e fornecedores, como se de um segundo escritório se tratasse. O Chave d’Ouro inaugurou por essa altura as suas “tardes musicais”, aproveitando a clientela mista da hora do lanche para divulgar um famoso chá com torradas com sabor a “charleston”. Sessões que se prolongaram através da década seguinte, já após as obras de transformação do edifício. Em1936, após sucessivas ampliações, o Chave d’Ouro foi completamente remodelado, passando a ocupar todo o edifício, com enormes áreas especialmente destinadas a restaurantes, barbearia, bilhares, tabacaria e salão de recepções.
[...]Capítulo sobre os cafés do Rossio,
em
OS CAFÉS DE LISBOA de MARINA TAVARES DIAS
domingo, 6 de janeiro de 2013
O Mistério das Palavras (LISBOA MISTERIOSA)
«Tito Lívio deve ter referido uma pronúncia [...] a que os mais ortodoxos chamariam «patavinismo». [...] Mas assumir etimologia a partir de «Pádua» não será pacífico, visto que a derivação pode ser muito posterior, aludindo ao discurso em latim dos padres, seguidores de Santo António de Lisboa (e de Pádua), geralmente mal entendidos pelo lisboeta da rua.
[...]
Para que se não esgote o tema, pode ainda considerar-se, como Rafael Bluteau [...] que «pá» seria o mais básico, e «não perceber patavina» corresponderia a ignorar o mais elementar.»
Marina Tavares Dias. Capítulo O Mistério das Palavras, em LISBOA MISTERIOSA (2004-2011). NAS LIVRARIAS.
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