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domingo, 15 de março de 2015

A QUINTA DA RABICHA



MARINA TAVARES DIAS
em
LISBOA DESAPARECIDAcapítulo sobre Campolide:


«A Quinta da Rabicha foi refúgio de ânimos e cenário de patuscadas de boa memória. Júlio Cezar Machado narra um desses festins na segunda parte dos "Apontamentos de um Folhetinista". Numa arejada manhã de 1860, assim raiava o sol, seguiu para a Rabicha o grupo de peso: Ramalho Ortigão, Antero de Quental, Jaime Batalha Reis, Alberto de Queiroz, João Burnay, Oliveira Martins e o próprio Machadinho. Iam "compor uma caldeirada em seis cantos"; um por cada talher (apenas João Burnay tinha mandado vir - de padiola - um rosbife).»





(continua no livro)
Iconografia: 
Ribeira de Alcântara
 no vale de Campolide,
fotografia de Paulo Guedes, c. 1904.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Do Aqueduto à Ribeira de Alcântara

A velha Calçada do Baltazar, onde Lisboa terminava. Lá estão a guarita e o soldado , marcando o limite da cidade (fotografia de Paulo Guedes, c. 1902). Actualmente, [...] prédios taparam a vista do aqueduto e, mais abaixo, já não corre o caneiro. A rua termina num muro, mas a ribeira ouve-se ainda correr, sob o pavimento.

LISBOA DESAPARECIDA
de
MARINA TAVARES DIAS, 
volume III



quarta-feira, 5 de novembro de 2014

CAMPOLIDE

Marina Tavares Dias 
em volume III 
da 
Lisboa Desaparecida

[...] O Colégio de Campolide, construído na antiga Quinta da Torre, onde morou o guarda-jóias de D. João V. [...] vista do alto da torre em 1906, vendo-se o colégio à esquerda. Entre Monsanto, a ribeira e a encosta de Campolide, apenas se viam hortas e latadas.