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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

GRANDES ARMAZÉNS DE SANTA MARTA

Grandes Armazéns de Santa Marta

(Rua de Santa Marta), em 1915.
O edifício foi demolido no final do século XX




 Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias
volume VII,
capítulo Os Fotógrafos de Lisboa
(Octávio Sedas Nunes)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A FEIRA POPULAR


A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil de “O Século”.
Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português permanente” juntava às modernas atracções e aos divertimentos mais sofisticados todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum.

Em Lisboa nos Anos 40 - Longe da Guerra, de Marina Tavares Dias.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Café Martinho, Praça D. João da Câmara.


Pois é... fica-se um bocado farta de ler e ouvir as histórias deste café serem confundidas com as do Martinho da Arcada. Afinal, apenas porque ambos pertenceram, em meados do século XIX, ao mesmo proprietário: Martinho Bartolomeu Rodrigues.

Aqui fica o primeiro dos «Martinhos», em 1909. Reparem no senhor sentado de castas. É o fotógrafo que fazia a reportagem desta segunda inauguração: Joshua Benoliel. Para «O Século», claro.

(Lisboa Desaparecida, volume I, 1987)