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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

LISBOA DESAPARECIDA


de


MARINA TAVARES DIAS


- o livro para todos os Natais


Uma viagem no espaço e no tempo, visita guiada a uma outra cidade pelo saber rigoroso e apaixonado da olisipógrafa Marina Tavares Dias.

Lisboa Desaparecida constitui, desde 1987, o maior fenómeno contemporâneo da história da olisipografia. Com um total de mais de 100 mil exemplares vendidos, tem levado a história da cidade até públicos que, antes, nunca dela se abeiraram.

Na época do seu aparecimento, as edições dedicadas a Lisboa eram escassas e pouco rigorosas. Hoje, mercê deste sucesso, muitos títulos antigos foram reeditados e inúmeros novos estudos ocupam as estantes das livrarias.

A tudo isto não é alheio o método utilizado pela autora, que recupera o estilo de certas crónicas oitocentistas, apoiando-o na pesquisa a partir das fontes e numa recolha iconográfica apenas possível graças a anos de investigação.

Os novos horizontes abertos pela Lisboa Desaparecida têm permitido aos lisboetas um olhar mais atento sobre a sua cidade e sobre o património não-monumental cujo destino, muitas vezes, depende também de uma opinião pública bem informada.


Colecção completa à venda na loja A VIDA PORTUGUESA, no Largo do Intendente e na Rua da Anchieta.



Na imagem: o Arco de Santo André já desapareceu. Mas a sua história pode ser lida na íntegra no volume II da LISBOA DESAPARECIDA. 

Fotografia original de José Artur Leitão Bárcia. Prova do Arquivo Marina Tavares Dias.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Casa Africana, na Rua Augusta


Casa Africana, na Rua Augusta, detentora da famosa imagem de marca «O Preto da Casa Africana», cuja publicidade se vê no painel da fachada. Aqui fotografado na década de 1920, o célebre estabelecimento comercial encerrou portas nos últimos anos do século XX.

Em
Lisboa nos Passos de Fernando Pessoa,
de Marina Tavares Dias

domingo, 17 de abril de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

ARMAZÉNS DO CHIADO, 1955

Menu do salão de chá, pastelaria e restaurante dos Grandes Armazéns do Chiado, 1955. «Lisboa Desaparecida», volume IX, capítulo «Restaurantes e Petiscos»

domingo, 6 de junho de 2010

TERREIRO DO PAÇO (EM VIDRO)


TERREIRO DO PAÇO.
Arco da Rua Augusta ainda sem o grupo escultórico que o remata.
(Vidro para lanterna mágica, início do último quartel do século XIX. Origem: França)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

domingo, 31 de maio de 2009

CHIADO ROMÂNTICO


O topo do Chiado na época do Romantismo, no tempo de Garrett e do Marrare do Polimento. Chamava-se ainda Rua das Portas de Santa Catarina. Reparem na estátua do chafariz. O mesmo Neptuno que, depois de passar pela Praça do Chile, está agora no Largo de D. Estefânia.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ai, Mouraria.



Ruas limítrofes da zona mais antiga da Rua da Palma e da parte desaparecida da Rua dos Fanqueiros (baixa Mouraria) no início da década de 1940. Edifícios demolidos para abrir o largo que receberia o nome de Martim Moniz.

(Lisboa Desaparecida, volume I, 1987)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Café Martinho, Praça D. João da Câmara.


Pois é... fica-se um bocado farta de ler e ouvir as histórias deste café serem confundidas com as do Martinho da Arcada. Afinal, apenas porque ambos pertenceram, em meados do século XIX, ao mesmo proprietário: Martinho Bartolomeu Rodrigues.

Aqui fica o primeiro dos «Martinhos», em 1909. Reparem no senhor sentado de castas. É o fotógrafo que fazia a reportagem desta segunda inauguração: Joshua Benoliel. Para «O Século», claro.

(Lisboa Desaparecida, volume I, 1987)