CINCO MESES, 3 MILHÕES DE VISITANTES
[...] Na sua área de 560 mil metros quadrados, a Exposição do Mundo Português receberá 3 milhões de visitantes, de 23 de Junho a 2 de Dezembro de 1940. Entre eles estarão alguns estrangeiros privilegiados – como o escritor Antoine de Saint-Exupéry – que podem viajar pela Europa em guerra. Assim como quase todos os intelectuais portugueses que se opõem ao regime. Jaime Cortesão é visto às compras nos stands de artesanato, seguido de perto por um agente da PIDE.
[...][...]
A memória da grande festa, principal legado da Exposição do Mundo Português aos lisboetas, vai-se extinguindo com as gerações que passam. O quotidiano voltou ao normal logo em 1940, à medida que se esvaziavam os primeiros pavilhões. Outros, apeados muito mais tarde, por ali ficariam, à mercê da chuva e do sol. [...] (continua)
MARINA TAVARES DIAS
Excerto de texto jornalístico
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segunda-feira, 24 de março de 2014
A EXPOSIÇÃO DO MUNDO PORTUGUÊS
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sexta-feira, 7 de março de 2014
LISBOA NOS ANOS 40 | Longe da Guerra, de MARINA TAVARES DIAS. Take II
Longe
da Guerra
1943. Legionários
guardam abrigos nas arcadas do Terreiro do Paço.
Os exercícios de defesa, cujo objectivo
seria preparar Lisboa para o conflito mundial,
serviam de distracção aos transeuntes da
Baixa.
(fotografia do livro LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
de MARINA TAVARES DIAS, 1998)
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quinta-feira, 6 de março de 2014
LISBOA NOS ANOS 40 | Longe da Guerra, de MARINA TAVARES DIAS
A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil do jornal O Século
Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português” juntava às modernas atracções, como os carrinhos de choque, e aos divertimentos mais sofisticados, como as representações de indústrias estrangeiras, todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum. [...]
in
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
de
MARINA TAVARES DIAS
Francisco Ribeiro, conhecido pelo nome artístico Ribeirinho, fundou a companhia Os Comediantes de Lisboa em 1944, conseguindo levar a cena muitas obras que a censura trazia de olho. Mas as gerações futuras lembrá-lo-ão sobretudo como realizador (O Pátio das Cantigas, 1942) e actor de cinema (O Feitiço do Império,1940; O Pai Tirano, 1941; O Pátio das Cantigas, 1942; A Vizinha do Lado, 1945, etc.)
Francisco Ribeiro, conhecido pelo nome artístico Ribeirinho, fundou a companhia Os Comediantes de Lisboa em 1944, conseguindo levar a cena muitas obras que a censura trazia de olho. Mas as gerações futuras lembrá-lo-ão sobretudo como realizador (O Pátio das Cantigas, 1942) e actor de cinema (O Feitiço do Império,1940; O Pai Tirano, 1941; O Pátio das Cantigas, 1942; A Vizinha do Lado, 1945, etc.)
(Ribeirinho como o «Chico da Tatão» em O Pai Tirano,
1941;
fotografia cedida pelo cineasta António Lopes Ribeiro para o livro)
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
ALVALADE
«O plano de urbanização do Sítio de Alvalade, futuro bairro do mesmo nome, compreendia a área trapesoidal de cerca de 230 hectares limitada a norte pela Avenida do Brasil (denominada Alferes Malheiro na década de 40), a nascente pela futura Avenida do Aeroporto, a sul pelos terrenos confinantes com a Avenida Almirante Reis e a poente pelo Campo Grande e pela antiga Estrada de Entrecampos. O novo bairro, planeado no final da década de 30 e inaugurado na segunda metade da de 40, pretendia-se estampa ideal da nova cidade. O projecto é do primeiro urbanista português diplomado em Paris: Faria da Costa.»
MARINA TAVARES DIAS
em LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
MARINA TAVARES DIAS
em LISBOA NOS ANOS 40 - LONGE DA GUERRA
quinta-feira, 21 de março de 2013
Cinema Lys
Cinema Lys
na Avenida Almirante Reis
(gaveto com a Rua dos Anjos),
bairro dos Anjos.
Década de 1940
na Avenida Almirante Reis
(gaveto com a Rua dos Anjos),
bairro dos Anjos.
Década de 1940
Lisboa Desaparecida, volume VII. História do Lys no capítulo OS CINEMAS DE BAIRRO
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A FEIRA POPULAR

A Feira Popular de Palhavã, inaugurada em 1943 como apoio à Colónia Balnear Infantil de “O Século”.
Quando a Feira Popular se instalou nos terrenos do antigo Parque José Maria Eugénio de Almeida, Lisboa era uma cidade que mantinha hábitos antigos, semiprovincianos. Assim, aquele que foi apresentado em jornais e revistas como “o primeiro luna-parque português permanente” juntava às modernas atracções e aos divertimentos mais sofisticados todas as heranças da tradicional feira de rua: barracas de comes e bebes, bazares de tostão, tiro ao alvo e pim-pam-pum.
Em Lisboa nos Anos 40 - Longe da Guerra, de Marina Tavares Dias.
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