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terça-feira, 6 de outubro de 2026

O PALÁCIO DO COLÉGIO LUSITANO

Aqui está o Palácio Peyssoneau, sede da secção masculina do Colégio Instituto Lusitano, na Estrada de Benfica, n.º 765, no gaveto com a Estrada de A-da-Maia. A escola instalou-se nesta antiga quinta de recreio a 31 de Janeiro de 1938, ali permanecendo até meados da década de 1950. A propriedade prolongava-se na direcção das Portas de Benfica e era limitada a sul pela Ribeira de Benfica (Alcântara). Ostentava jardins frondosos, lago, estatuária, árvores exóticas, terrenos agrícolas e instalações para criação de gado (que forneciam leite, fruta e legumes para as cozinhas do colégio). Adquirida por uma empresa de construção civil no início dos anos 50, a quinta seria totalmente demolida e loteada. Em 1961, já se encontrava neste gaveto o prédio onde funcionou o posto dos CTT e, mais tarde, uma agência bancária.



Estrada de Benfica, 765.
Bilhete-postal ilustrado sem data
[c. 1938]. Memorabilia/ArquivoMTD 



Fotografia da Estrada de Benfica, 765, em 1961,
depois da demolição do palácio e da quinta.
Artur I. Bastos, Arquivo Municipal de Lisboa.





quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

LISBOA DESAPARECIDA - volume II

GRANDES ARMAZÉNS DO CHIADO
em
LISBOA DESAPARECIDA,
de
Marina Tavares Dias,
volume II.
O Palácio Barcelinhos, onde estavam instalados os Grandes Armazéns do Chiado. Este local correspondia à antiga igreja do Convento do Espírito Santo da Pedreira. O interior do edifício ficou reduzido a cinzas durante o incêndio do dia 25 de Agosto de 1988.

terça-feira, 23 de junho de 2009



PALÁCIO REAL DA AJUDA

A primeira pedra do edifício actual foi lançada pelo príncipe D. João a 9 de Novembro de 1795. O projecto ainda era barroco. Condicionamentos sucessivos determinaram paragens das obras e reviravolta estilística para o neo-clássico (o arquitecto inicial foi Manoel Caetano de Souza, sucedendo-lhe Francisco Xavier Fabri, José da Costa e Silva e, em 1821, António Francisco da Rosa). Só em 1802 é decidida a versão final, com os torreões a as paredes dispostas em quadrilátero. Estas novas obras de Santa Engrácia ainda hoje estão por terminar.

Adaptação de Lisboa Desaparecida

de Marina Tavares Dias,

volume 8,

capítulo sobre o Palácio da Ajuda.